ENTRE O AMOR E A MAGIA

Alice Miller é uma garota de 21 anos que estuda História da Universidade Estadual de SunsetFalls. É namorada do charmoso e egocêntrico Matthew Campbell, filho de um família aristocrata da cidade.

Sem que ela saiba, Alice descende de uma linhagem de bruxas poderosas.

Durante as férias de fim de ano, Alice e sua melhor amiga de infância, Cassandra Lee, retornam a sua cidade River Green, onde Alice será informada de seu destino.

Alice conhece então um misterioso rapaz, o oposto de seu atual namorado, que a faz se sentir livre e feliz como nunca se sentiu antes.

A descoberta de sua descendência deixa sua vida bagunçada, principalmente quando terá que fazer uma escolha: o amor ou a magia?

OLAR COMO VAI, TUDO BEIM?

EU SEI, EU SEI, PRECISO TERMINAR AS AMAZONAS DAS MONTANHAS, MAS PRECISO FALAR SOBRE ESSE LIVRO DE HOJE XD

Lembro-me que em uma das resenhas do ano passado, se não me engano, tinha comentado sobre tê-lo comprado e estava esperando chegar, bem, na semana passada ele chegou e li o livro em um dia. Tanto por ser curtinho quanto pela escrita ser bem fluída.

A capa dele é maravilhosa de linda, a sinopse também tinha me ganhado quando li, mas agora vamos ver o que achei depois de folhear suas páginas. A premissa do livro já é entregue na capa, amor e magia.

Como sempre digo nos posts, não sou especialista em crítica literária, esse blog serve apenas para compartilhar as experiências que tenho quando leio algo, então já sabem que nada aqui deve ser levado a sério até você ler por si mesmo.

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Alice Miller é uma estudante de História de 21 anos. Sua melhor amiga é Cassandra Lee, a amiga grilo-falante que sempre dá os bons conselhos, e ela namora o Matthew Campbell, que é o típico playboyzinho mimado que toda menina quer namorar, mas nenhuma mulher quer casar.

Acontece que o livro já começa com os dois se desentendendo porque o Matt só pensa nele mesmo e a Alice tá cansada disso, e termina com ele. Claro, vai ter toda aquela coisa dele querer voltar e correr atrás dela e coisa do tipo, mas a Alice consegue evitá-lo porque a universidade entrou de férias então ela e Cassandra se mandam pra River Green, a cidade onde nasceram. Ela fazem faculdade em SunsetFalls, ambas nos Estados Unidos.

Nesse retorno pra River Green ela conhece Adam Jonhson, um carinha encantador típico dos contos de fadas. Como é uma cidade pequena, todo mundo conhece todo mundo, então a família dela fica super animada quando o Adam convida a Alice pro festival que vai ter lá, pra compensar o atropelamento de quando se conheceram.

A partir daí o amor entre os dois se desenvolve, rodeada de insistências do Matthew pra querer voltar e umas conversas misteriosas com os familiares dela. Chega um momento que o amor e a magia se chocam, porque depois de um encontro muito fofinho com o Adam, ela desperta seus poderes de bruxa, herdado dos antepassados dela que eram Celtas que migraram da Eurupa pros EUA.

Alice fica super chocada com a descoberta, mas aceita até rápido, seu maior problema seria contar pro Adam, porque ele – coincidentemente – é descendente dos caçadores responsáveis do incidente de Salém, então ele cresceu nessa vibe de negar magia e bruxas. Nem é preciso dizer que ele ficou grilado por ela se recusar a abrir mão dos seus poderes (os poderes despertam aos 21 anos, mas a bruxa pode escolher abrir mão deles) e terminou o namoro.

Depois ainda aparece o Matt em River Green querendo tê-la de volta, Cassandra não quer que a amiga sofra então resolve servir de cupido pra ela e pro Adam, ao mesmo tempo em que a ensina a usar magia (detalhe, Cassandra também é bruxa, ambas as famílias foram interligadas por alianças e coisas do tipo). Acabou que Adam reconhece seus pittís e sai atrás do Matthew pra forçá-lo a se afastar, não dá certo. Matt e ela tinham combinado de se encontrar (sabe-se lá o motivo) e conversa vai conversa vem, começa o bate-boca e o Adam acaba surgindo pra fazê-lo se afastar de novo.

A coisa fica tão tensa que ela se cansa dos dois e sai fora. Ambos pareciam hienas brigando por uma carcaça AHEUAEHAUEHEAUH Mas no fim dá tudo certo, Adam insiste em ir atrás da Alice pra pedir desculpas, os dois vivem felizes pra sempre.

Achei muito legal o misto das duas temáticas, vez ou outra tinha uma vibe interessante quando estava se falando da magia, da história da migração celta, a questão do laço familiar entre os Lee e os Miller, foram toques legais (embora fosse uma coisa tão melosa que me parecia aquelas famílias de comercial de margarina, mas de novo, são minhas experiências lendo). Mas foram muito rápidos, predominando o aspecto romântico. No final ela diz que escolheu os dois, mas a sensação que tive foi que inconscientemente ela escolheu foi o amor, porque ele é o ponto central da história, a magia acaba ficando em segundo plano.

Um aspecto que me fez rir DEMAIS (mas de nervoso) nessa história foi o uso de nome e sobrenome nos vocativos. Na maior parte das vezes o que você vê nos diálogos é “Adam Jonhson” pra lá, “Alice Miller” pra cá, me fazia lembrar da época que minha mãe brigava comigo e me chamava pelo nome inteiro, dava um tique toda vez que tinha isso em um diálogo LOOL

Outra coisa que me fazia rir muito era as falas da Alice pros ex namorados quando eles vinham atrás dela reclamar. As falas eram tão clichês (do estilo que a gente encontra em música de sofrência) que eu me lembrava do “Você partiu meu coraçããããoo, ai meu coração”. Só conseguia lembrar disso na hora.

Um ponto legal é que a história flui rápido, mas rápido até demais, eu diria. As coisas ocorrem rápido demais e pra temáticas densas como as retratadas aqui, pode ser um problema porque o fluxo dos acontecimentos não convenceria alguns leitores mais exigentes:

  • Terminar com um cara pelo qual você tinha meio que um guilty pleasure em namorar e em uma semana já se apaixonar por outro que te atropelou com a bicicleta. E na semana seguinte, já estar namorando com ele e dizendo eu te amo.

Sem contar que ela é emotiva demais e isso beira ao exagero algumas vezes (a não ser que ela tenha muito Libra, Câncer ou Peixes no mapa astral, aí até que dá pra engolir, rs) a ponto de parecer imaturo. Mas provavelmente isso deve ser impressão minha, porque não era tão emotiva assim aos 21 anos, então pode ser que só eu tenha achado estranho e não consegui me conectar com ela.

  • Tem uma parte se não me engano, ela diz que nunca tinha sido tratada com tanta gentileza (depois do Adam fazer uns mimos pra ela). Isso me lembrou um pouco o que o Felipe Neto disse sobre 50 tons de cinza quando leu esse trecho do livro “Homem nenhum jamais me afetou como Christian Grey, não consigo entender o motivo. Seria sua aparência, sua educação? Riqueza? Poder?”. Complicado você namorar um cara que só te atrai pela educação, algo que devia ser quesito básico de qualquer ser humano. Não que a Alice namorasse o Matt pela educação dele, mas era complicado achar uma qualidade nele, pelo que li, por que ela ainda namorava com aquele chato? XD Aí aparece o Adam e ganha a menina já nos gestos cavalheirescos, sendo que pra variar, o Matt sempre tratava ela como segunda opção.

Não que eu seja tiete do Felipe, mas na presente situação, essa fala dele faz sentido.

  • O Adam sempre foi criado acreditando que bruxas não existiam e coisa do tipo, e pra alguém que foi cerceado por esse tipo de pensamento, pra mudar de opinião ainda assim é MUITO difícil. Claro que ele poderia ir atrás da Alice mais pra frente, mas foi rápido demais. Ele podia pedir um tempo pra pensar, mas que ele ainda a amava, só precisava aprender a lidar com os dons dela. Afinal, preconceito não some da noite pro dia, como pareceu na história. Deu a impressão que ele só voltou atrás porque a Alice era “sua namorada”, não porque a entendia de verdade. O que pesou ali, na minha visão foi mais o sentimento oculto de posse do que compreensão de verdade.

Esse inclusive foi um dos pontos mais prejudicados pelo fato de a temática da magia ser pouco explorada, em detrimento da temática amorosa e por isso digo que a Alice escolheu o amor em vez da magia. Podiam ter explicado melhor a relação dele e da família dele com a magia, criado umas tretas mais fortinhas ali no meio pra Alice (porque a magia aqui na história ficou me parecendo mais um empecilho do que um benefício pro casal), tem um plano de fundo INCRÍVEL pra ser explorado e a autora bem que poderia se aventurar nisso caso queira fazer uma segunda edição.

A revisão também precisa ser refeita, vários erros escaparam, não só de escrita, mas de continuidade também. Na p.36 ela pensa consigo mesma “uau de onde esse príncipe de contos de fada saiu?” quando viu o Adam. Mas lá na p.47 ela diz pra ele que não acredita em contos de fada. E como é em primeira pessoa a narração, essas duas falas são bem claras em momentos igualmente claros.

Das duas uma: Ou ela quis ser diferentona e negou pra não sair como criançona da história ou foi erro de continuidade mesmo.

Tem outro em que ela afirma, antes de se descobrir bruxa, que não acredita em magia (p.46):

– Você acredita em magia, Ali?

– Não, acho apenas superstição.

– Também acho isso. (…)

E na mesma página, nas últimas linhas, ela pergunta pra ele a mesma coisa, mas com palavras diferentes.

– (…) Você acredita em bruxas, magia, essas coisas do tipo?

– Não, nadinha! Acho isso puro folclore (…) E você?

-Também não acredito. Sou realista demais pra acreditar em bruxas ou contos de fada.

Ué, vocês já não tinham conversado sobre magia lá trás?

Fiquei na dúvida se ela fez a personagem perguntar isso de propósito, ou se foi pra deixar subentendido que a Alice estava muito nervosa com o encontro e acabou cometendo essa gafe ao fazer a mesma pergunta com palavras diferentes (coisa que no jornalismo a galera vive com medo, inclusive).

Foi uma história legal de ler pra passar o tempo e me recuperar da torrente de informações que acontecem no Amazonas das Montanhas II, ri mais do que tudo. A história tinha tudo pra ser boa, mas se fosse mais lenta e desenvolvida, poderia ser melhor.

Na próxima garanto que trago a resenha de Amazona das Montanhas II. Aproveitarei o embalo e comprarei o Amazonas das Montanhas III – O Resgate de Yanka! ❤

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SAGA AS AMAZONAS DAS MONTANHAS #1

Ao se aventurar com o namorado pela Cordilheira dos Andes, Ludmilla sofre um acidente e acorda dias depois em um lugar estranho, sem o namorado e em meio a mulheres exóticas e misteriosas. Após descobrir que fora salva por alguém chamada por ‘bela’, fatos inusitados acontecem e ela se apaixonada pela tal mulher, vindo a descobrir de que se tratava de uma importante guerreira amazona.

APARECEU A MARGARIDA, OLÉ OLÉ OLÁ!

Gente, sério, nos últimos dias as coisas tem sido uma loucura. Tem umas fases na vida em que vamos apenas deixando a vida nos levar, vivendo um dia após o outro porque nossa energia tá pra menos de 5% e toda motivação pra outras coisas vai por água abaixo.

Andei me sentindo meio “uma mera peça nesse relógio” que é a vida e fui deixando de fazer coisas que eu gostava por estar cansada tanto física quanto mentalmente. Mas vamos correr atrás do prejuízo, né?

Seguindo a vibe de fantasia nacional (que parece que seguirei por um BOOOM tempo), resolvi pegar esse livro. Na época em que o escolhi pensei em comprá-lo, mas aí vi o preço que estava no site da editora, calculei o frete e percebi que não compensava gastar com isso, sendo que logo logo já sairá o terceiro livro. Compensa mais eu esperar e comprar o box com a autora.

Então acabei adquirindo os livros pelo Unlimited mesmo. Não é a mesma experiência de ter o livro nas mãos, mas dá pro gasto. Não consigo ler pelo Kindle PC, mas descobri que me desenvolvo mais na leitura lendo pelo celular, rs.

Como disse, falei que leria As Amazonas das Montanhas, mas acabei enrolando mais de um mês, que vergonha x.x

Como sempre digo nos posts, não sou especialista em crítica literária, esse blog serve apenas para compartilhar as experiências que tenho quando leio algo, então já sabem que nada aqui deve ser levado a sério até você ler por si mesmo.

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Nos primeiros capítulos temos a protagonista, Ludmilla, sofrendo um acidente e sendo resgatada, para depois ser levada para o lar das amazonas. Lá ela conhece Kíria, que a salvou da morte.

A família da Ludmilla não é lá muito funcional, os pais vivem brigando, ela mesmo sendo rica não é feliz, encontra amparo somente na funcionária da casa, enfim o típico clichê que todo personagem adolescente passa nessa fase. Então ela fugiu com o namorado e ficou até incrédula quando ele a tentou matar.

Nesse período em que ela se familiariza com o ambiente novo, conhece mais da realidade das guerreiras e ao mesmo tempo se apaixona pela Kíria. Embora eu tenha achado que o romance se desenvolveu rápido demais, rs. Mas enfim, não sei se comigo seria tão rápido, afinal não sou eu quem estou no meio de tanta gente bonita XD Importante dizer aqui: Todo mundo quer pegar todo mundo. Todo mundo quer pegar a Kíria.

Mas claro que o choque de tanta informação nova dá um curto circuito na cabeça da pobre da protagonista e ela resolve ir embora. Ignorando total a coincidência divina de ela estar lá, da sensação forte de na vida passada já ter uma ligação com a Kíria, da descoberta recente que curte mulheres e coisa do tipo. No fim, ela acaba tentando voltar pra aldeia, e com isso acaba indo pra biblioteca pra pesquisar mais coisas pra ver se conseguia um jeito de voltar.

Nessa empreitada, ela conhece Dafne, uma mulher misteriosa que conhece bastante do assunto e a ajuda a voltar pras amazonas, mas antes a Ludmilla precisa convencer uma ex-amazona a voltar para junto das outras. Além de se envolver brevemente com a Dafne, a gente percebe que a mulher na verdade se chama Diouxie e é à ela que as outras guerreiras se referiam quando diziam que a filha da rainha estava numa missão para resgatar a mãe de sangue, que estava prisioneira de uns guerrilheiros na selva amazônica. No caso, a Diouxie foi resgatada pelas amazonas, então a rainha seria sua mãe de criação e coisa do tipo. Lembra quando disse que todo mundo quer pegar todo mundo? Pois é, todo mundo quer pegar a Diouxie também, se a Kíria tem uma beleza mais calma e carisma, a Diouxie tem um ar mais aventureiro e sensual. Inclusive a própria Diouxie não percebe que ama a Kíria até o final do livro, coisa que a gente já nota assim que ela aparece.

O que acontece é que essa tal ex-amazona, Giandra, que a Ludmilla precisa convencer a voltar era companheira da rainha (portanto isso a torna automaticamente segunda rainha), mas acabou se apaixonando por um cara e foi embora com ele depois que engravidou. Um tempo depois o cara morreu e ela não teve coragem de voltar. Diouxie então pensou em matar dois coelhos com uma pancada só, mandando a Ludmilla voltar com Giandra e sua filha, enquanto isso ela resgatava a mãe de sangue, Moana.

E temos mais uns conflitos amorosos de novo. Enquanto a Lud estava voltando pra casa, a Kíria acabou se envolvendo com uma outra amazona, Paola, já que né, não esperava que ela voltasse mesmo que quisesse muito. Paola sempre gostou da Kíria, e elas até namoravam até a Kíria conhecer Ludmilla, mas depois que a menina chegou bagunçou tudo. Sem contar que uma outra amazona, Gladis, tem umas ambições plausíveis (tipo a clássica “querer ser rainha”), mas os meios que usa pra consegui-las são escusas e se você no início detestava a Paola, no final da história até já simpatiza com ela, porque a Gladis praticamente a transforma em nada. O típico caso de relacionamento abusivo. Acaba que a Paola se envolve com a filha da Giandra, Joana e depois da Gladis quase matá-las, executam-na.

O que mais me irritou foram as brigas quase desnecessárias das protagonistas, caraca, que irritação que me dava. Faço das palavras da Paola as minhas, Ludmilla é muito egoísta e infantil. Cenas de ciúme que podiam ser facilmente resolvidas com uma conversa, se tornam uma verdadeira odisseia porque uma fica de vingancinha da outra. Claro que a Diouxie querer pegar a Ludmilla também só piora a situação, mas a gente vê o tempo todo que elas se amam, e as amigas da Ludmilla vivem dizendo pra ela resolver a situação e ela prefere ficar lá se martirizando, argh, odeio.

E como se não bastasse, elas precisam partir numa missão pra resolver uns guerrilheiros que estão próximos demais dos domínios das amazonas e precisam dar cabo deles logo, quem vai liderar a missão é Diouxie e é claro que a Ludmilla foi escalada pra ir, o que deixa a Kíria grilada porque teve umas visões de que a coisa ia acabar mal.

Bem em cima da hora, a Ludmilla percebe que foi uma anta (finalmente né, filha? Já tava passado da hora ¬¬) e corre atrás da Kíria que tava numa choradeira por causa dela e aí a gente percebe que realmente, aquele drama todo lá trás foi praticamente desnecessário. Se bem que todo protagonista precisa de defeitos, e os da Ludmilla cumpriram bem o seu papel, que foi encher linguiça até o momento da guerra.

Numa hora lá, as coisas estavam indo até bem, mas depois que uma delas foi capturada, precisaram pedir reforços e a Kíria foi escalada pra isso. Mas aí entra um problema, Kíria tinha ficado na aldeia justamente porque ela seria a próxima na linha de indicação da rainha. E como a Giandra já tinha uma filha, isso fazia da Joana de automático a indicação dela, mesmo não tendo muita experiência. (Era para ser a Diouxie no lugar da Kíria, mas ela mesma disse que entre reinar e lutar, ela prefere lutar).

No final das contas, Kíria abre mão do posto de rainha e é ordenada a ir até uma rainha-mor lá não sei aonde para buscar reforços. Além disso, a tal rainha disse entre outras palavras, que Kíria acabaria ficando em seu lugar um dia, que amazonas não deviam brigar entre si e coisa do tipo. Na hora crítica os reforços chegam pra Diouxie e tudo acaba bem. Pelo menos até a Diouxie dar pittí e começar a partir pra pancadaria, porque a Kíria queria se mandar dali com a Ludmilla pra outra missão dada pela rainha-mor. Foi aqui que fiquei com mais pena da Diouxie, ela tem uma baita ligação com a Kíria que nenhuma das duas entende direito.

No fim das contas, a história se resume a disputas por poder (internas, representadas por Paola e Gladis; externas, representadas pelas amazonas e pelos guerrilheiros), pelo menos uma pegação por capítulo (Representadas por Kíria e Ludmilla), além de uns momentos de drama que te fazem lembrar muito daquelas novelas mexicanas que passavam no SBT (representadas também pela Kíria e pela Ludmilla).

Como li pelo Kindle ficava um pouco perdida quando mudava um cenário para outro, então não considero isso um problema já que creio que na versão impressa não há esse pormenor. A revisão deixa escapar pouca coisa, mas dá para relevar.

A personagem que mais me liguei foi a Diouxie, não porque ela é ruiva, mas porque me identifiquei com a intensidade com a qual ela se devota às coisas, e depois a intensidade com a qual se ferra é equivalente ao esforço empreendido. Ludmilla é muito infantil pra mim, Kíria não fede e nem cheira e as outras amazonas também são muito legais ❤

Falando a verdade, queria que Diouxie e Kíria ficassem juntas, ambas pra mim funcionam melhor do que a Ludmilla, mas enfim, é a vida LOL

Já comecei a ler o segundo livro e ele começa com a chegada de duas primas, Lara e Sofia, que sobreviveram depois de caírem no mesmo desfiladeiro que a Ludmilla, os namorados delas morreram. Ao que tudo indica, Lara está grávida e tem um arzinho de preconceituosa e já foi até presa porque começou a causar. Sofia já está causando também porque está interessada em Diouxie e ficou com ciuminho quando a Diouxie começou as investidas pra cima da Yanka.

Já deixo claro que Sofia não é flor que se cheire, ela é tão curiosa que chega a irritar, e tão atrevida que já até roubou um beijo da Diouxie, mas na primeira oportunidade que teve já veio reclamar por ela estar “supostamente” investindo em duas ao mesmo tempo, sendo que foi a própria Sofia que inventou de beijá-la.

Enquanto isso, a rainha Karina está quase partindo dessa pra melhor, mas antes mostrou pra Kíria e Diouxie as pesquisas que fez durante toda sua vida, entregou o livro pra Diouxie e até o momento não sabemos direito o que é. Aparentemente uma revelação que vai superar a “engenharia masculina”, digamos, no sentido de mulheres só se reproduzirem porque precisam de uns genes deles.

Logo logo trago minha opinião sobre Amazonas das Montanhas #2, o segredo das guerreiras.

 

SAGA A HERDEIRA #2 A MALDIÇÃO GRICEM

Três despedidas. Uma decisão. Sacrifícios.
Kate aceitou sua herança, porém não tinha ideia do que o destino lhe reservava. Segredos perdem seus mantos, traições despedaçam corações, versões são contadas, mas em quais acreditar? Algumas descobertas podem ser perigosas, outras deveriam permanecer enterradas e, em meio a uma situação arriscada, a herdeira precisará tomar uma decisão importante.
“De que adianta a magia, senhorita Kate, se não for para salvar aqueles a quem amamos?”. Quem pagará o preço pelas suas escolhas? Até que ponto alguém iria para viver?
Você quer conhecer a Maldição Gricem? Abra este livro e descubra…
Mas se o segredo não puder proteger, um sábio conselho lhe dou:
“Finja não saber!”

Oi todo mundo,

Creio que hoje não serei muito feliz no post, porque não tenho muito para adicionar do que li no outro livro. A Maldição Gricem é um bom complemento do primeiro, mas se você ficou com dúvidas no primeiro livro sobre alguma coisa, nesse livro você ficará mais confuso ainda.

Pelamor, não façam como eu ao me contentar com a versão kindle se você tem problemas de concentração, você se perderá facilmente por causa disso. Compre o físico porque fica mais fácil de você se manter focado.

Como sempre digo nos posts, não sou especialista em crítica literária, esse blog serve apenas para compartilhar as experiências que tenho quando leio algo, então já sabem que nada aqui deve ser levado a sério até você ler por si mesmo.

SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT

O livro anterior acabou com a morte da Kate. Nesse livro, ela já começa no mundo dos mortos e a rainha de lá não quer que ela aceite a herança. Devemos lembrar que esse “cargo” de Herdeira implica em muita coisa, inclusive na vida dos outros e a tal rainha foi uma das vítimas da Herdeira anterior, que era a Maya.

Nesse livro, a Kate quase se perde num tal lado do esquecimento, mas acaba resgatada e depois fica por lá no castelo da tal rainha, prisioneira. Enquanto ela tenta sair de lá, os outros no mundo dos vivos tentam trazê-la de volta.

Ah é, sabe aquela mulher louca que atirou na Kate no livro passado? Não tem relação com a Maya, e sim com o Joseph. Ela e o James vieram a mando dele pra acabar com a Kate e tal.

E quando ela gritou com o Eric estava com eles, estava dizendo a verdade. Ele é um matador de aluguel. Pelo que entendi, o Eric foi contratado pra capturá-la, mas não matá-la, no fim ele acabou apaixonando pela menina e não deu. Afinal, ele só receberia recompensa se entregasse o que lhe foi pedido, como não entregou, com certeza estará em apuros depois.

Enfim, voltando. Os amigos da Kate descobrem sobre os efeitos do dardo que foi usado pra matá-la, incluindo um dos desdobramentos era um feitiço que mataria a Kate e todas as amigas caso se separassem demais. Ao mesmo tempo, todas estavam sendo perseguidas também e o pessoal ficou se dividindo entre proteger o corpo da Kate (que ainda não tinha morrido, mas também não tava viva) e procurar mais informações.

Nessa confusão toda, pelo menos, ela conseguiu se aproximar mais do Téo, foi muito fofo vê-los mais unidos.

A irmã dela, Melissa, o Téo e o Eric ficavam guardando-na maior parte do tempo, enquanto os outros procuravam informações. No fim, conseguiram convocar uns amigos do Eric, acho, pra ajudar no ritual pra trazê-la de volta.

No frigir dos ovos, ao aceitar a Herança a Kate acabou meio que perdendo a avó, pelo menos foi a sensação que me passou. A Maya então mais adiante aceita orientá-la certinho como uma Herdeira deve ser e manda uma menina, a Kamille, pra servir de tutora. Depois a Kate é nomeada, tem uma cerimônia toda pra isso e coisa do tipo.

Os últimos dez capítulos, pelo menos, grande parte se divide entre o dilema do triângulo amoroso dela e as descobertas de Herdeira. Foi me dando uma agonia, porque se por um lado ela disse que cogitou tentar um relacionamento com o Téo, por outro lado, todo o esforço que está fazendo está indo por água abaixo, porque a menina parece que tem um imã pro Eric. Mesmo ele tendo sido um traíra, ela ainda não consegue abrir mão dele! e.e

Claro, obviamente já passei por situação semelhante no que diz respeito a intensidade de sentimento, mas pelamor, a Kate tem uma cabeça meio imatura pra quem já tem 21 anos.

No final das contas, ela FINALMENTE se lembrou de pegar uma joia que avó dela disse NO LIVRO PASSADO que ela devia pegar, e pra variar, encontra o Eric por lá e o que acontece? Eeeh, um inocente morre e.e

Devo dizer que tenho apego especial por personagens senis, e no fim o joalheiro morre porque ninguém devia saber que ela era Herdeira (pelo menos foi o que entendi,), e a conversa acaba dando pistas sobre o Eric também. Não é puramente coincidência ele ficar perto da Kate o tempo todo, pelo visto todo mundo da geração passada se conhecia muito bem ali.

Assim como o primeiro, o livro não me prendeu tanto quanto queria, talvez tenha sido por causa da confusão que senti enquanto lia. Várias vezes me peguei perdida durante a leitura e tinha de ficar voltando para tentar pegar o fio da meada.

Importante dizer que como é em primeira pessoa, todo o jeito confuso do livro acaba sendo uma consequência das descobertas da Kate, porque enfim, é muita informação para ela assimilar e tal. Mas ainda assim, encontrei uns trechos bem confusos.

Por exemplo, na hora em que o Eric se meteu na coroação da Kate e os dois meio que quase se agarraram nos aposentos dela ali perto. Nessa cena, ela, o Eric e a Kamille estavam no mesmo lugar, já que a Kamille empurrou os dois pra dentro dos aposentos da Kate e se meteu lá dentro também. Mas depois praticamente esqueceu-se da Kamille e ficaram um tempão trocando provocações. Quando a gente ouve falar da menina outra vez, ela tá entrando de novo no quarto.

Das duas uma: OU a autora deixou implícito que a Observadora (sempre tão cautelosa com a imagem da Herdeira) ignorou seus deveres e saiu dali, contrariando totalmente a imagem de responsável que ela nos vendeu da Kamille na cerimônia; OU ela se perdeu na cena do Eric com a Kate e se esqueceu de revisar esse trecho. Prefiro acreditar na primeira hipótese, porque nesse caso pelo menos a autora tem uma saída pra justificar a cena.

A capa é maravilhosa, remetendo ao mundo dos mortos, não tenho do que reclamar. Os personagens, assim como no outro, não tive muita ligação com nenhum, mesmo gostando muitíssimo da temática de bruxas. Se pá, sério mesmo, acho que tive mais ligação com a Maya do que com o núcleo protagonista.

E eu pesquei ali no meio uma cena da Kamille e do Téo, ELES SE CONHECEM DE ALGUM LUGAR, e eu ainda vou descobrir. Já imaginou se tanto o Eric quanto o Teo de alguma forma traem a Kate? O Eric já traiu por não ter contado, o Téo tá em vias de fazer a mesma coisa por não explicar aquela cena em que a Kamille sussurra o nome dele.

Outra coisa: Nesse livro o Eric se consolidou mais ainda com a imagem do Damon que tenho na cabeça, sério, parecia com o pouco que eu pescava da personalidade dele dos spoilers que minhas amigas me davam de Vampire Diaries.

Veredicto: Kate, larga esses dois. Um já escondeu coisas de você, outro tá escondendo ainda e vai dar ruim.

Mas isso não tira da minha cabeça que se fosse eu, ainda preferiria o Téo. O Eric tem essa vibe de bad boy e se for pra ter um relacionamento agitado como o temperamento dele promete, prefiro não ter. Relacionamento pra mim tem que ser sinônimo de tranquilidade, não mais turbulência.

Sem contar que tem uma hora que a Kate usa uma colocação bem legal, algo como: Com o Téo, ela ainda se sente capaz de se sentir no controle e dizer não, ao contrário do Eric que rola alguma química louca e ela não se sente assim com ele. Junta isso ao fato de que Eric a traiu, como poderia escolhê-lo em vez do Téo?

É algo que espero que a Kate responda no próximo volume, embora ambos não sejam lá muito confiáveis nesse quesito “esconder informações”.

O próximo livro que lerei é: As amazonas das montanhas. Até a próxima!

SAGA A HERDEIRA #1

Criada em um pequeno bairro chamado Forecast, Kate West nunca foi uma garota exatamente normal. Determinada, com segredos e um medo absurdo de se apaixonar, ela conseguia viver bem tendo apenas relacionamentos passageiros, os quais chama de R.A., mas a sua vida está prestes a mudar quando sua avó, já falecida há quatorze anos, lhe envia uma mensagem.
“Sua herança vai chegar. Aceite a mudança quando 21 primaveras completar”.
Curiosa, Kate tentará descobrir o que precisa aceitar, porém uma herança nem sempre é o que se imagina.
Em meio a rotina da faculdade, a chegada de um novo aluno e o misterioso homem de olhos azuis que sempre a salva nos pesadelos, Kate terá que lidar com os perigos que surgirão no caminho.
Descobrir a sua herança não será uma opção.

E aqui estamos nós de novo!

Como podem imaginar, perdão pela demora, mas todos sabemos que o motivo é relacionado ao off e coisas do tipo. No post anterior eu falei que leria Espadachim de Carvão, mas quero dizer agora que mudei de ideia.

Abandonei a leitura por duas razões: 1 – Ele é do grupo do Jovem Nerd então não teria necessidade de eu me prestar a ler algo que sinto não fazer a diferença. Quero dizer, o público dele já é enorme. E 2 – Não me encantei tanto pela leitura nos primeiros, não sei, três capítulos?

Quero ler de autores independentes, desconhecidos e ver que ambos saímos recompensados dessa troca: eu pela leitura boa e eles pela minha resenha, embora não seja feita por uma profissional. E não era isso que eu sentia enquanto lia Espadachim, foi o primeiro livro que abandonei, quebrando a minha meta de “continuar leituras, mesmo elas sendo o Ó”.

Então trago para vocês mais uma leitura que fiz nesse feriado: A Herdeira, da Katerine Grinaldi.

Como sempre digo nos posts, não sou especialista em crítica literária, esse blog serve apenas para compartilhar as experiências que tenho quando leio algo, então já sabem que nada aqui deve ser levado a sério até você ler por si mesmo.

SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT

Nos últimos tempos estive muitíssimo atraída por temática bruxa. Na verdade, desde quando li As Filhas de Dana me senti dessa maneira, e acabei (além de comprar mais um livro com essa temática [Entre o Amor e a Magia]), me aventurando a assinar o Kindle pra poder dar uma olhada nesse livro.

Primeiro, ele me atraiu pela capa. Embora não seja cativante como a da Modo, gostei bastante da paleta e do feeling que me passou quando olhei pela primeira vez. Mais adiante você percebe o quanto ela tem a ver com o que a história traz.

Depois olhei a sinopse, embora a receita: jovem-adulta, universidade, descobrir-se mágica, Team fulano e beltrano não me seja tão atrativa, dei uma chance. Pelo menos a garota não tinha entre 16-18 anos, rs.

Achei a página da história no Face e percebi que tinha perdido a promoção três dias antes de curti-la. Como os livros estavam muito fora do meu orçamento na época, assinei o Unlimited e foi assim que tudo começou.

Então temos a Kate, uma menina muito ligada à sua avó e que sempre aprendeu muitas coisas com ela relacionadas à magia. Não me recordo de ter lido algo sobre o assassinato do pai dela, mas a mãe dela é superprotetora porque sabe os sacrifícios que a magia exige.

Acontece que a senil já faleceu e sempre ficou esse mistério sobre como isso ocorreu, já que a mãe da menina nunca quis contar como aconteceu. E há esse destino das bruxas que quando completam 21 anos precisam aceitar a herança e tudo que vem junto no pacote, incluindo malfeitores, gente ambiciosa querendo seu poder, coisa do tipo.

E é mais ou menos isso que ocorre com a Kate. A avó dela já tinha sido caçada por um cara, chamado Joseph, e que agora tá caçando ela também já que a próxima Herdeira é ela. Mesmo com os feitiços que a mãe da Kate fez pra poder camuflá-la do mundo, não é suficiente pra proteger de tudo então o cara já sabe mais ou menos como e onde ela está. Inclusive, um dos motivos da Kate não ficar nessa de namorar, é porque depois da morte do marido, a mãe dela sofreu muito e a Kate não quer sofrer da mesma forma.

Kate vive tendo pesadelos com isso, um deles inclui uma lembrança da avó lhe entregando alguma coisa importante e a memória de um incêndio, do qual ela salva por um cara misterioso de olhos azuis.

Mais pra frente, ela conhece um carinha-peguete chamado Téo cuja avó era melhor amiga da avó dela, inclusive. Ambas as famílias lidavam com magia de alguma forma, o Teo é Peregrino e pode dar umas visitadas no passado, e a Kate dentre várias coisas que vai aprendendo no livro, tem visões, coisa do tipo.

Estou enxutando a história porque ela é cheia dos detalhes e vínculos com personagens secundários que não agregam tanto. Mas chega uma hora que o pai do Téo precisa voltar pra Europa porque não está muito bem, mais pra frente descobrem que ele foi atacado pelo tal Joseph, de forma a forçar o Téo a partir pra cuidar dele, esperando deixar a Kate indefesa, mas ela tem outros aliados, tipo Eric, o professor de história misterioso que aparece do nada pra protegê-la sempre que dá ruim em algo. A gente descobre nessa hora também que ele é o tal cara de olhos azuis que a protege nos pesadelos.

Embora os dois se curtissem muito, ela e o Téo não ficam juntos porque enfim, ela não quer namorar e ele não aceita isso, então fica aquela torta de climão. Mas ainda assim ambos preservam a ligação porque as duas famílias são interligadas, por conta da relação com a magia e tal.

A avó do Téo, inclusive, não queria que a Kate aceitasse a herança, porque na visão dela foi isso que matou a amiga. Mas enfim, de qualquer forma não faz muita diferença porque acontece uma explosão e morre todo mundo da família do Téo (tudo ocasionado por uma fantasma estranha que além de quase beijar o Téo ao possuir o corpo da Kate, ainda parece muito amiga da velha West, nas visões que a menina tem), só sobra ele e o pai.

Embora a mãe não tivesse tido a decência de passar as informações pra filha, a avó da Kate sempre que pode, está se comunicando com ela por visões e sonhos, e em uma delas inclusive remete à imagem da capa, que foi quando a Kate enfim aprende a usar magia (tudo consequência do professor/guardião bonitão, detalhe), foi mais ou menos nessa vibe que a autora descreveu. Agora ela não usa mais o sobrenome West, mas Gricem. Toda herdeira adota esse sobrenome então cá estamos nós.

Lá pro final a gente descobre que um BFF do Téo que quase não aparece na história (mas dá sim suas aparições quando precisa) é um traíra que tá ajudando uma doida a ferrar com tudo. O Joseph nesse livro só aparece no prólogo, mas dá pra você perceber as consequências das ações dele, o foco de antagonista acaba ficando mais naquela fantasma esquisita do que nele. Inclusive, se não me engano, acho que ele é até tio do Téo, mas não botaria minha mão no fogo.

Nos capítulos finais surge uma mulher que a gente não sabe o nome, ela que ferra com o Téo e com quase todos os amigos da Kate, inclusive até fala que o Eric está do lado dela. ACHO que ela é a fantasma louca que matou a família do Téo lá trás, isso explicaria também as aparições que ela faz pra Kate e coisa do tipo. Honestamente não entendi muito a ligação dessa aprisionada com isso tudo, mas espero que entenda no próximo, rs.

Geralmente não gosto de narração em 1º pessoa, mas foi divertido dessa vez. Algumas vezes você não acha que a Kate tem mesmo 21 anos, porque algumas coisas que ela fala/pensa quando está lidando com amor, são muito o tipo de coisa que a gente pensa lá em meados de 16-18 anos.

Tem algumas cenas dela com o Eric também que fiquei “ai, sério?” UAEHAUEHEAH Os dois naquela briguinha infantil, um provocando o outro, sabe? XD Sério, conforme fui avançando na leitura só conseguia imaginar Stefan e Damon na minha cabeça, me lembrou MUITO eles dois. Até na personalidade. Como só li o primeiro livro do Vampire Diaries e só sabia por fora como era a série, foi mais ou menos a imagem deles que surgiu na minha cabeça.

Uma história legal, embora não tenha me feito perder o fôlego em nenhum momento, pelo contrário, me deixou confusa várias vezes e tive de reler alguns trechos. Creio que o fato de ser leitura pelo kindle PC, minha concentração diminua  em sei lá, 2/3. Mas a história é interessante, e fiquei grilada com aquele epílogo.

Minha hipótese: ela sobreviveu de alguma maneira, largou todo mundo e foi embora lutar sozinha contra o Joseph em algum momento.

O mais breve possível, apareço com A Herdeira: A Maldição Gricem.

A MÁSCARA DO REI

 

TARDO, MAS NÃO FALHO!

Sério, esse início de ano tá um caos internamente, paz de espírito cadê rs Aproveitando essa vibe de inquietação acabei me atraindo por esse livro e cá estamos nós. Terminei o livro ontem e ainda tô abismada (no bom sentido) com o modo que ele acabou.

Como sempre digo nos posts, não sou especialista em crítica literária, esse blog serve apenas para compartilhar as experiências que tenho quando leio algo, então já sabem que nada aqui deve ser levado a sério até você ler por si mesmo.

SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT

Dois reinos em guerra, dois pontos de vista sobre a ocupação de uma terra, uma profecia de vibe meio duvidosa, religião. Mistura tudo isso e temos A Máscara do rei, que sério, foi uma das melhores leituras que fiz nos últimos meses. Travei nela por um tempo por conta dos afazeres do off, mas assim que retomei, segui com força até o fim.

Sério, fazia muito tempo que um livro não me deixava inquieta assim. Acho que o último foi A Guardiã, mas esse foi uma inquietação diferente, penso. Aqui é muita coisa rolando ao mesmo tempo e se você não pega o ritmo, ah so sorry.

Essencialmente há dois povos: Darastrix e Vuthans que lutam pela ocupação de uma terra, cada um dizendo que um chegou primeiro e coisa do tipo. Essa treta já vem rolando há anos e segundo o que foi profetizado por aí, quem ganharia a guerra eram os Vuthans, na figura do Auran Ossalur.

Desse lado da história temos personagens bem legais, embora essas aqui sejam as principais que me lembro: Samar, irmã e amante do Auran, Cealdia uma ex-serva que depois virou rainha de um dos mais fortes reinos Vuthans e mais uma galerinha hardcore que o pessoal NÃO CURTE porque as armas deles são tão fodas (Ferro/aço negro, se não me engano) que são proibidas pelo Auran, os Hazans.

Do outro lado, temos os Darastrianos liderados por um reizinho bem fidamãe, Svern. Embora fosse um bom pai, ele era muito mulherengo mesmo apaixonadérrimo na esposa. Um dia ela é assassinada e o cara carrega esse fardo pelo resto da vida (além de virar um turrão, o cara não tem carisma nenhum), afinal nessa hora ele tava galinhando a mulher que futuramente empurrariam pra ele casar, Sarene. Ele tem dois filhos, Eldon e uma menina.

Eldon morre de ódio e desprezo pelo pai por conta do que aconteceu com a mãe deles, por ele ter casado com a cobra da Sarene (que by the way, vive tentando matá-lo). Pelo menos, o consolo dele é que a Sarene não consegue engravidar, mesmo corneando o Svern com o Baern, um dos amigos do rei e PADRINHO do Eldon.

Ele tem uma ligação bem forte com o Padre Mayer, gostei muito dele também ❤ Ele é tipo um mentor do Eldon e toda a criação do Eldon pode se dar ao fato de que foi o código moral dele e os ensinamentos (no sentido de conhecimento) do padre que fizeram o que ele é hoje.

Passada toda essa parte de apresentação vamos direto ao ponto. O livro todo converge pra tal “batalha final”, mas o que acontece? Os darastrianos não tem força suficiente pra lutar contra os Vuthans então o Svern meio que se vê obrigado a fazer um acordo com a Fé em troca da força bélica deles (que é uma das mais badass ever), os athears. Assim, eles teriam um pouco mais de favorecimento no reinado e o Svern teria seu exército.

Mas como não podia deixar de ser, o Svern é assassinado (Ah, o karma né não?) e ninguém sabe por quem. Por pouco o pessoal não perde a batalha porque o Eldon por alguma revelação divina/misteriosa surge com uma outra guarnição de athears e derrota os Vuthans. Pelo menos por enquanto o conflito tá adiado, porque ninguém esperava que o Eldon surgisse e mudasse o rumo da coisa toda.

Por outro lado, lá trás enquanto os darastrianos estavam todos preocupados com essa coisa de conseguirem soldados, os vuthans estavam tentando decidir se iam ou não pra guerra, porque o rei não queria. Os lordes é que ficaram lá de picuinha pra votar se iam ou não iam. Mais tarde descobre-se que quem fez o trabalho todo foi a Samar, porque ela se deitou com um monte de generais ali pra forçá-los a votar “sim” pro Auran ir pra guerra, porque ela sabia que o irmão era um frouxo.

Acontece que nesse meio tempo, o Auran descobriu do envolvimento dos Hazans no conflito, do tal acordo que fizeram com eles e ele ficou bem fulo pra descobrir quem o traiu, já que ele é super certinho, não luta com povos cujo rei seja fraco, não luta com um exército sem general, coisa do tipo. Se não me engano, ele tinha uma profecia também, e que dizia que ele seria traído pelo amor, pelo sangue e pela espada.

No primeiro caso, se não me engano ele perdeu a esposa por conta de uma doença, Auran vive se lembrando disso porque quando ele unificou os vuthans, falou que se conquistasse um reino rebelde por lá, tomaria a cidade de um outro cara e a esposa dele. pois bem, ele era apaixonado nessa mulher, mas o karma veio e a levou. Agora ele sana os instintos com a Samar que coincidentemente foi quem o traiu pela segunda vez, pelo sangue.

Ela queria muito conquistar Darastrix, mas o irmão sempre foi um frouxo então ela articulou lá uma troca de favores, de forma aos Hazans ajudaram os vuthans e todo mundo votar a favor da guerra. Quando o Auran descobre, com ajuda da Cealdia, que a traidora era ela, prende-a, mas a Samar consegue escapar e ainda consegue matar o Svern antes da batalha. Depois disso, Auran leva Samar para os Hazans a fim de cancelar o tal contrato que ela firmou e nunca mais quis saber dela.

Depois dessa loucura toda da primeira batalha, o Eldon assume. O tempo todo ele é meio que guiado por uma figura escura, que mais pra frente a gente descobre que é ele. Mesmo rodeado de tramoias, Eldon consegue segurar as pontas e se torna um ótimo rei. Depois de quase cair no conto do vigário e mandar a irmã para o convento, ele muda de ideia e manda a Sarene, além de nomear o Padrinho dele como Bailio pra poder ficar de olho.

No fim, a infeliz da Sarene ainda consegue se dar bem porque ela descobre que está grávida (embora eu duvide muito sobre a procedência desse bebê, vai saber qual pacto ela não fez. Se não me engano, Sarene tá mancomunada com os Hazans também) no convento. Essa mulher é cheia doa planos, socorro, vocês precisam ler esse livro, os planos dela tem uma vibe bem “Condessa de Bàthory”.

Auran percebe que a profecia não estava tão certa assim (de que no fim, aquelas terras estavam todas destinadas à ele), depois de um pesadelo que ele teve. E o Eldon pede pra umas sacerdotisas pagãs verem o futuro dele e tem, além da certeza de que não passará dos vinte anos mesmo trazendo paz aos súditos, que eles vão sofrer muito porque sentirão falta dele. ;—;

O ponto de vista dele se encerra com um trecho tão triste ;-;

“Quero que mande fazer uma máscara para mim. Uma máscara de ferro. Está na hora de esconder o que um dia eu fui e aceitar o que eu agora sou. Eu não sou apenas um rei de Darastrix, mas também sou um leproso… Sou um rei de máscara.”

EU ENTREI NUMA VIBE TÃO TRISTE!

Isso me lembrou bastante aquele livro d’O Homem da Máscara de Ferro, foi muito bom relembrar a época em que li e vi o filme com o Di’Caprio! rs

A história é bem cheia de detalhes, se você não estiver atento informações cruciais passam e você nem vê. Os personagens são bem entrelaçados em seus dilemas e qualidades, além de seus anseios e falhas. A revisão deixa escapar algumas coisas, mas é coisa pouca,mesmo assim foi uma leitura MUITO boa.

Lembro que quando li a sinopse do livro, fiquei meio na dúvida sobre o que acharia dele, mas conforme fui lendo, não me decepcionei. Claro que por conta do off acabei parando um pouco de ler e por isso acabei me perdendo em alguns trechos, mas se você seguir direto na leitura, vai achá-la ótima.

E em pensar que o amadurecimento todo que o personagem passou, e ele ainda é um menino! Só foi considerado rei mesmo quanto atingiu 15 anos, mas ainda assim.

Provavelmente vai ter gente feliz me taxando de um monte de nomes só porque dessa vez eu curti o protagonista e coincidentemente não era mulher. O que isso importa? As mulheres dessa história todas elas são muito badass mesmo não sendo minhas preferidas, a Sarene mesmo sendo uma mardita é sim uma ótima personagem, a Samar também é outra que se não fosse pela profecia do sangue eu nem teria desconfiado, a Cealdia também foi legal. E as tantas outras mulheres não-principais da história que com certeza achei muito legais, principalmente as pagãs, senhorinha do futuro do Eldon, te curti muito. ❤

Mas GOSTEI MUITO SIM do protagonista, GOSTEI MUITO SIM do Eldon, acho que foi porque rolou uma identificação com ele, eventos do off coincidiram bastante com a leitura dessa história e eu me senti na pele dele acerca de alguns dilemas e sentimentos. ALGUNS, não todos. Em 90% dos casos, acabei concordando.

Outro personagem que curti muito foi o Padre Mayer, mas enfim, vocês sabem da minha fraqueza por personagens senis, amo ❤ E sério, nunca pensei que diria isso, mas gostei da união de religião com reinado que o Eldon trouxe. Lá trás quando o Svern tava indo pra guerra, ele não conseguiu animar a moral dos soldados e o Eldon conseguiu, já dava pra ver aí como a coisa ia rolar.

Depois que virou rei, ele deu uma puxada na rédea da Fé e ainda conseguiu controlá-la, pelo menos até um fidamãe dessa trupe dedurar pra todo mundo que ele tinha lepra (logo, não poderia gerar herdeiros e a irmã dele tava sendo super cobiçada lá dentro), já que o Eldon se recusou a dar a mão da irmã dele pro tal sujeitinho.

A história com certeza fica entre as melhores que já li, preciso rápido da continuação, Francine colabora e libera o próximo, por favor! ;-;

No momento estou lendo os dois livros d’O Espadachim de Carvão do Affonso Solano, não que ele precise de incentivo já que é da laia do Jovem Nerd, mas verei se o livro é bom mesmo. Assim que possível, venho com post sobre a leitura dos dois.

“Sabe o que é pior, padre? Ser um rei justo pode levá-lo a destruição”

TRILOGIA AETERNNUS: PRINCIPIUM #1 + CAELUM #2 + RESURRECTIO #3

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OLÁ PESSOAS!

Peço as mais sinceras desculpas, mas sabem como é, a vida não para e acaba que temos que atender o chamado dela mesmo quando estamos lendo. Hoje vim falar da trilogia Aeternnus.

Como sempre digo nos posts, não sou especialista em crítica literária, esse blog serve apenas para compartilhar as experiências que tenho quando leio algo, então já sabem que nada aqui deve ser levado a sério até você ler por si mesmo.

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Primeiro, quero dizer dos três ainda falta terminar um. Mas creio que até terça consigo terminá-lo, considerando que não haja nada para atrapalhar amanhã. E como é o menor dos livros, será mais rápido acabá-lo. Para não escrever outro post para apenas o último, editarei este aqui caso encontre algo a acrescentar, e deixarei marcado com EDIT: xx/xx/xx.

O livro essencialmente reconta a criação de absolutamente tudo, claro, com uma roupagem fantástica desde o Universo até o mundo, os animais e o homem. Foi uma leitura interessante, confesso. E como é de se esperar nesse tipo de leitura, há bastantes lutas, diálogos e principalmente: DETALHES.

Foi um livro interessante, mas esta trilogia foi a primeira leitura que me deixou com o sentimento de ressaca literária. Primeiro porque a revisão pecou um pouco e segundo, porque havia detalhes demais. Alguns deles, inclusive, nem eram tão necessários assim de serem repetidos porque a gente já tinha decorado.

As descrições algumas vezes pareciam aqueles trechos da bíblia quando alguém fala: fulano, filho de beltano, cicrano que era da linhagem de um terceiro fulano e a coisa se estendia ad infinitum. E como são muitas criaturas, você precisa decorar logo quem é quem senão vai ficar pra trás. Além de filtrar bastante o que lê porque os parágrafos eram tão enormes nos detalhes que você se perdia facilmente, e tinha que ficar reiniciando a leitura e perde-se tempo com isso.

As falas também não tinham diferenciação, travessão ou dois pontos? Não tinha nenhum dos dois. E como as falas aconteciam no mesmo parágrafo da narração, ficava bem confuso. A revisão foi sofrível e tinha de adivinhar o ritmo de leitura por mim mesma, foi uma batalha terminar os dois primeiros livros e será a mesma coisa com o terceiro, sinto.

A sensação que passa é que conforme a trilogia avança, a revisão foi abandonada. Ouvi uns relatos de terceiros sobre a dita editora (que é de Portugal), e que ela é sim uma boa editora, mas acho que quando se trata do braço dela no Brasil, o esmero do serviço meio que deixa a desejar, resultando em trabalhos como esse livro: Uma história legal, mas que foi estragada pelo desleixo em alguns detalhes da organização do livro.

Sobre o excesso de detalhes na história, creio que seja pelo motivo de o autor ser formado em Museologia, história da arte e gestão de museus ou algo assim. Então o olho afiado pros detalhes pesou bastante na hora de descrever os personagens na história, mas ao mesmo tempo cansa um pouco esse excesso.

Mas pelo menos foi divertido avançar na leitura tentando ver de quem se tratava os anagramas que o autor deu para nomear as criaturas. E o foco que ele deu, claro, para a arte como protagonista, dando uma mensagem sutil de que a arte é intrínseca do homem desde os tempos antigos. Não tem como se livrar dela, só o fato de existirmos já demonstra isso.

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No segundo livro, não tiro nem ponho o que já falei, pois tanto os acertos quanto os erros são os mesmos. Com uma diferença de que no segundo os capítulos são mais curtos, embora mais cheios de ação no sentido de aventuras enfrentadas pelo protagonista ao percorrer o caminho para sua evolução espiritual.

EDIT: Demorei, mas não falhei. Finalmente encontrei ânimo pra vir aqui e falar sobre o terceiro.

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No terceiro livro, diferente do que achei, a revisão foi melhor. Talvez seja pelo motivo de o livro ser menor ou o revisor seja diferente. Nesse livro, temos o entrelaço dos livros passados com a mitologia africana por intermédio do personagem principal que meio que encarnou como Núro. Anagramas de novo.

Além disso, ele percorre outros reinos, se redescobrindo como Etra I, como rei e todo mundo que ele fez amizade e conheceu na outra vida e coisa do tipo. Foi interessante porque esse livro ficou mais focado, penso, nos reinos que ele conheceu. Foi legal de ver essa dinâmica de o ser humano sempre está em constante mudança e aprendizado.

Senti-me lendo uma enciclopédia fantástica da história humana, mas a experiência foi dificultada pelo excesso de detalhes e pela revisão sofrível. Nada a contradizer no que se diz ao “beleza diáfana” citado na sinopse, mas sinto que esta última não nos entrega o que diz, não totalmente.

Foi interessante? Foi. Mas é como eu disse, demorei mais do que esperava para terminar essa leitura. E como tenho essa coisa chata de terminar de ler as coisas, mesmo não gostando, cá está o motivo da demora.

Enfim, não fui feliz neste post, mas vida que segue. Atualmente estou lendo “A Máscara do Rei” e logo trago minha experiência ao lê-lo.

Boa semana!

CURTA-METRAGEM O CAÇADOR DE ÁRVORES GIGANTES

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Um menino brincando no quintal de sua casa descobre uma arca enterrada, revelando um segredo. Há mais de quinhentos anos, homens vendiam as maiores árvores da terra para os reis mais poderosos.

Um dia, tudo isso parou e nunca mais se ouviu falar nos Caçadores de árvores, tudo o que restou foi aquela arca, com um velho mapa. O menino, com a ajuda do seu amigo bicho-do-mato, vai a caça das Árvores gigantes, que ele acredita estarem presas no céu.

É assim que começa essa aventura em que um menino e seu amigo buscam resgatar as Árvores Gigantes.

 

TARDO, MAS NÃO FALHO! Cá estou eu para mais um post, dessa vez comentando finalmente sobre O Caçador ❤

Acompanho o projeto há tanto tempo que meio que perdi a noção de quando comecei. Acho que 2014 ou 2015, não sei dizer. Mas esse curta é uma baita razão para se investir mais em arte no Brasil.

Enquanto alguns por aí conseguem verba destinada à Cultura fácil fácil, projetos desse tipo não recebem a devida projeção. Só lá fora, como é o caso de ele ter sido selecionado pra alguns festivais de cinema. Mas enfim.

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A história do filme retrata a descoberta de uma arca bem antiga, por um menino enquanto estava brincando no quintal.

Quando ele abre essa arca, descobre sobre a história dos caçadores de árvores gigantes que, no passado, vendiam-nas para reis muito poderosos. Mas algo aconteceu e eles meio que sumiram, ninguém sabe o que houve essas árvores ficaram presas no céu.

A missão do menino então é resgatá-las, junto ao seu amigo Bicho-do-mato.

Estão trabalhando para torná-lo um longa e daqui uns anos, pode ser que tenhamos Caçadores com mais de nove minutos, para nosso deleite ❤ Foi um curta muito fofinho, achei interessante também o paralelo que acabei fazendo dessa venda de árvores com a exploração que países sofreram em seus períodos coloniais.

Outra coisa divertida nisso é o modo como os personagens se comunicam, o curta flui melhor e o deixa acessível pra todo mundo. Faz jus à participação no Anima Mundi =D

Não entendo nada de animação, mas os cenários são de um estilo diferente de pintura que estou acostumada a ver e amei os detalhes ❤ Não tenho talento suficiente ainda para contribuir de qualquer outra maneira a não ser comprando o que o Studio for produzindo, mas o Pakoto (assim como outros projetos de animação nacional que eu for descobrindo) sempre terá meu apoio.

Uma indicação mais do que merecida ^^

 

TRILOGIA O MEDALHÃO DE ÍSIS #1

Guerra, fé e magia. O Medalhão de Ísis é o primeiro livro de uma trilogia ambientada no Oriente Médio do século IV que narra a disputa de três reinos da Arábia por um antigo artefato divino. O leitor será levado a viver uma aventura fantástica através das belíssimas paisagens egípcias e a desvendar os mistérios de antigas criaturas do folclore árabe.

Quando os caminhos do guerreiro Faris e da princesa Ahlam se cruzam, uma jornada perigosa se inicia em busca de peças do medalhão de Ísis. Com seu destino traçado pelos deuses egípcios, o casal precisa fugir de seres míticos e de reis que querem a todo custo o precioso medalhão a fim de trazer à tona um dos maiores conflitos do Antigo Egito: a guerra entre Ísis, Osíris e Seth.

 

MEO DEOS, E ESSA SEMANA QUE NÃO ACABA???

Só pra terem uma ideia, comecei esse post no mesmo dia em que fiz a resenha do “Na eternidade sempre é domingo” e até hoje não consegui terminar, veremos se será possível agora. e.e

Para deixar bem claro: Não sou especialista em crítica literária, simplesmente estou aqui dando minha opinião sobre a história então estamos conversados!

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Como a sinopse já deixa claro, estamos no antigo Egito, minha gente! Nas primeiras partes do livro temos três núcleos. O da princesa Ahlam que vai se casar arranjada pra deter uma guerra, o guerreiro Faris que é mandado invadir o reino dela pra pegar algo, e o do Marduk, o noivo malégno da princesa.

Quando vi a Ahlam me lembrei de imediato da Jasmine. Já tava consciente do papel do Faris, que dividia o núcleo com o comandante e o misterioso motivo de invadirem o reino da Ahlam, o Marduk dividia o núcleo com o pai dele e com o Seth, então até aí tudo beleza.

Os noivos vão se conhecer no dia do aniversário dela, todo mundo de boa porque ambos estão reunidos lá pra firmar o compromisso (cada um por seus motivos), mas o Faris invade junto com a galera dele e saqueia tudo. A Ahlam nesse dia ganhou um colar de presente do pai, e o Marduk meio que já sabia dele e quando ela não quis dar o colar pra ele na hora da fuga, o Marduk a deixa pra trás e fugiu. O Faris a leva como escrava pra não precisar matá-la e coisa do tipo.

Entre peregrinações pelo deserto, agarrações meio aleatórias, perseguições por parte de criaturas inacreditáveis até então, um gênio muito suspeito que depois se mostra bem legal e lutas pela sobrevivência (sem contar a galera do Marduk que está querendo trazer Seth de volta), Ahlam e Faris vão precisar encontrar os pedaços do medalhão da Ísis, antes que outros encontrem e ocorra uma baita treta que é a batalha entre Ísis, Osíris e Seth.

Ao menos, os deuses egípcios em sua maioria querem ajudá-los. Claro, deve ter alguns ali que não, mas pelo menos tendo o apoio de Hórus a coisa fica muito melhor (amo esse deus, se pá um dos meus favoritos junto a Anúbis). O divertido é ver o Faris, que antes era meio “tô nem aí pros deuses”, precisar da ajuda deles de vez em quando, a mãe dele era bem devota aos deuses e ver o contraste entre ambas as gerações é bem interessante. Incluindo também a opinião que ele tem, que o Faris vez ou outra deixa escapar e os deuses só olham pra cara deles no maior estilo “maktub, dane-se você não querer. VAI fazer mesmo assim” XD

Antes que me trucidem, já vou mandar a real. Estou com sérios problemas pra me conectar com protagonistas. Não sei o que está acontecendo comigo, porque eu não consegui gostar da tanto da Ahlam e isso me incomoda muito. Eu queria gostar dela, queria achá-la badass, mas na maior parte do tempo a achei mediana, um mediana pendendo pra baixo porque nas partes em que ela dava showzinho eu ficava “aff, outra Marina da vida?”.

Não sei até que ponto minha personalidade e noção de realidade influenciaram na opinião que tive sobre a Ahlam. Em geral eu sou o oposto dela, pelo que me avalio dia após dia. Ok que algumas vezes ambas somos teimosas, mas são poucas as situações em que eu saio dando alok igual ela. Por que digo isso? Porque Ahlam é expansiva e eu sou muito mais reservada, embora ambas sejamos afiadas quando nos provocam.

Muito provavelmente essa diferenciação entre nós já seria suficiente pra metade do mundo me dizer que isso é inveja e rekalq da minha parte, porque não sou igual a Ahlam. Honestamente, não queria estar na pele dela mesmo não, considerando todos os perrengues que ela passou.

Não muito raramente ela dá uns chiliques que eu acho super desnecessários até pra uma personagem ativa (digo no sentido de ela fazer a história rolar, e não sofrer passivamente seus efeitos) igual a ela. Inclusive teve um momento que eu fiquei até meio perdida sobre o motivo de ela ter surtado, porque foi tão do nada que eu “ué?”. Ou talvez eu não tenha lido direito, afinal a cena envolvia a Ahlam e o Faris e eu já tava sem paciência pra ver os dois brigando. O problema não foi eles brigarem, foi brigarem demais. E quando não rolava isso, era ou pegação ou eles estavam conversando com o gênio. Não me levem a mal, mas minha cota pra casais brigando acabou na época em que eu assistia InuYasha, depois disso dei por encerrado x.x

Sabe o principal motivo de eu me sentir incomodada por não gostar da Ahlam? Porque automaticamente eu meio que me identifico com a Sansa (da série do GOT, não do livro, porque lá ela tá menos irritante), mesmo não querendo. Vou fazer uma intertextualidade rapidinha aqui:

  • A Sansa da série desde então foi a passiva dos enredos que tramaram tanto pra ela quanto pros outros.
  • Ela deu uma melhorada lá nas últimas temporadas com a morte da Lysa, mas chegou na trama com o Jon, os roteiristas deram uma descuidada foda na interpretação do enredo dela. Ficou sem sentido e por isso a maioria do povo gosta menos ainda dela e tá pouco se lixando se ela é herdeira do norte acima do Jon.
  • Considerando isso, à grosso modo, os defensores da Sansa argumentam que o fato de ela ficar calada na hora de falar do exército do Vale foi suficiente pra mostrar que ela sabe jogar o jogo (além das lágrimas de crocodilo que derramou no Vale). A Ahlam joga diferente, ela meio que tem um espírito ariano dentro dela que faz tudo no ímpeto, independente se é uma defecada ou não. Felizmente ela tem um colar pra salvá-la das bobagens que faz, diferente da Sansa.

Vou falar a verdade, se for pra eu escolher uma dessas duas linhas de estratégia (LINHAS de estratégia, não a estratégia EM SI, porque ambas são meio ruins lol), eu escolheria a da Sansa. Não gosto de gente escandalosa, eu não sou escandalosa, então acabo meio torcendo o nariz pra quem é ativo em excesso nas histórias. E olha que eu não aguento a Sansa!

Minha decepção hoje é não ser livre pra discordar sem ser bordoada por isso, como se eu fosse obrigada a gostar. Em nenhum momento estive dando rage gratuito aqui, sempre expliquei meus motivos pra não gostar de personagem tal. Agora se a sua interpretação é diferente da minha, não sou obrigada a concordar com você e vice-versa. Por muito menos, gente já morreu por aí.

Curto sim personagens independentes. O que eu não gosto é quando a leitura me dá a sensação de que isso é esfregado tão forte na minha cara, que parece que tá me forçando a engolir uma personalidade x. Anyway, gosto bastante do background dela, só não gosto é dos chiliques que ela dá algumas vezes, acho que fiquei tão traumatizada com a Marina que agora até a Ahlam tá sofrendo com a minha chatice. Mas enfim, Ahlam é a avatar de uma deusa e por conta da idade não sabe controlar essa personalidade tão forte, então a gente releva. XD

As cenas de romance… um pouco rápidas, não sei explicar. Claro, considerando que o livro tem umas trezentas e poucas páginas, acaba por justificar essa paixonite que na minha cabeça foi mais motivada por atração sexual fogo-de-palha do que por momentos entre os personagens, já que eles não tiveram taaanto momento assim pra interagir de forma mais profunda porque sempre tinha algo acontecendo. Eu teria compreendido totalmente se eles só se apaixonassem no segundo livro, teria ficado um pouco mais linear acho.

MAS, POR OUTRO LADO, tem aquela coisa que o livro vive frisando, de ela ser como Ísis, então logicamente o Faris seria tipo Osíris. A atração/paixonite deles não é desse mundo. Já vem de planos mais elevados, “outras Eras”, então não precisariam necessariamente de uma explicação ou tempo pra ser desenvolvido de forma “humana”, digamos.

CLARO, haverá cenas em que o Faris dá ataque de romantismo, pensando consigo mesmo no quanto ela é especial, que quer protegê-la e o caramba a quatro, mas é aquela coisa, Ahlam não aceita bem esse tipo de coisa (o proteger, digo). Enfim, a ideia foi meio que construir uma heroína autossuficiente já desde o início, por intermédio de uma língua ferina, temperamento explosivo e ímpeto desenfreado que sempre a mete em problemas, já que na experiência bélica ela não tem nenhuma. Acabou me passando mais a sensação de birra exagerada em determinados momentos, do que emancipação feminina.

Anyway, nada contra esse tipo de personagem, pelamor. Antes de eu amadurecer a ideia da minha história, a protagonista era assim e isso não acrescentava em nada na trama. N’O Medalhão pelo menos as meldas que a Ahlam faz, acaba levando-os pra algum lugar. O casal não me cativa mesmo depois daquela cena deles no final, a Ahlam me soa exagerada demais e o Faris pra mim não fede nem cheira. Óbvio, isso vai acabar trazendo um amadurecimento deles no próximo livro e é como disse em outro post, os primeiros livros são marromenos, nos seguintes é que a coisa costuma melhorar.

Obs: Toda vez que o Faris a chamava de “sua flor do deserto” eu ria. Os motivos disso eu levarei pro túmulo lol

Mas algo devemos pontuar. O embasamento teórico-mitológico dele é sensacional! O trabalho e cuidado que a autora teve pra usar de algumas palavras no idioma deles, pra dar uma auxiliada na imersão da trama. O panteão egípcio é super maravilhoso e o fato de ter escrito sobre um lugar que o pessoal não foca tanto (pelo menos depois do Efeito Riordan), faz uma grande diferença. E pr’aqueles leitores que gostam de representatividade nas histórias, taí um enredo bem interessante de se ler, já que tanto esse panteão quanto as características físicas do pessoal dessa região fogem do lugar-comum.

O papel da Ísis nesse conflito todo é muito bem trabalhado, a persistência e o intelecto dela estão sempre presentes, seja nas explicações mitológicas, seja nas birras da Ahlam.

Seth recebeu um verniz muito mais cruel nessa história, e isso foi outro ponto muito legal de notar na trama. Sei lá, quando aprendi isso na escola não me lembro de ter uma aura tão tenebrosa sobre ele e esse livro resgatou essa percepção.

Sem contar a capa e a diagramação que estão maravilhosos.

Anyway, recomendadíssima! Essa é mais uma daquelas histórias que o núcleo romântico não me cativa, mas o enredo traz uma trama de primeira ❤

NA ETERNIDADE SEMPRE É DOMINGO

Atravessar a fronteira brasileira com a Bolívia, adentrar o Peru e alcançar as ruínas de Machu Picchu.

O roteiro básico de um mochilão pela América do Sul ganha outras proporções com o surgimento de Nipi, um inca encarregado de contar as histórias esquecidas do seu povo. São relatos de reis, heróis, feiticeiras, ladrões, sentinelas, curandeiras e outros personagens marcados pelo fantástico, que receberam a dádiva ou a punição de Inti, o deus Sol, para habitar a terra onde nasceram até os dias atuais.

Combinando ficção histórica, fantasia, relato de viagem e registro fotográfico, Na Eternidade Sempre é Domingo é uma obra de ficção múltipla, uma aventura pé na estrada carregada de mitologia.

Como prometido, aqui está um post sobre mais um livro!

A história dessa leitura começou num evento literário que teve na minha cidade, iniciativas desse tipo, devo dizer, não são tão valorizadas e quando ocorrem, não divulgam direito. De forma que fiquei imensamente feliz de poder conhecer, mesmo só de vista e por intermédio de um escandaloso “lançamento? Estarei lá!”. Certamente o autor me achou uma louca.

Acabei não podendo ir, uma série de imprevistos vieram,  então tive de descartar a ida. Mas nada disso me impediu de comprar o livro e colocar minhas habilidades de investigadora em prática (7 anos de staff num site de histórias ajudam muito na hora de descobrir perfis infratores, quem dirá encontrar o face de alguém), para poder entrar em contato assim que possível.

Assim que coloquei os pés na livraria, a primeira coisa que fiz foi perguntar sobre a prateleira de nacionais e que, como sempre, não existia nada além daquelas edições dos clássicos da Claret, então tive de procurar por mim mesma.

Garimpei alguns poucos relevantes dentre a literatura youtuber em voga nas prateleiras da frente e assim que li a sinopse deste aqui, já me ganhou de cara. A Capa já tinha me dado uma prévia do que viria, mas quando olhei a sinopse, foi checkmatte.

Para deixar bem claro: Não sou especialista em crítica literária, simplesmente estou aqui dando minha opinião sobre a história então estamos conversados!

SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT

Até então havia outros na pilha para serem lidos antes, mas ontem (20), esperando paciente a sua vez, “Na eternidade sempre é domingo” foi lido e digo, não me arrependo. Como indicado na sinopse, Santiago relata sua viagem por Bolívia e Peru até chegar a Machu Picchu.

Mas não é um simples relato, ele trabalha com o texto de forma maravilhosa ao envolver nas linhas algo que amo de paixão: mitologia sulamericana. Tenho alguns livros que retrata sobre isso, mas que algum dia terei tempo para ler de forma apropriada.

Conforme Nipi narra-lhe os fatos, as pessoas, as lendas e até mesmo quando os personagens relacionavam as fotos com o que conversavam, deixava tudo bem mais tocante, algumas até me deixavam com aquela aperto no final.

Sou suspeita pra falar, afinal sou extremamente saudosista e esse livro me deu uma experiência interessante pelas histórias que eram contadas e pelas fotos tiradas. Fotos que fogem bastante do padrão “ah vou tirar foto do ponto turístico tal”. Tem uma grande carga de “simplicidade” nelas, deixando o histórico falar por si só.

Fica difícil escolher qual foi meu favorito, mas Karpawasi foi o que mais me deixou num misto de emoções. Tomada pelo saudosismo do último capítulo, ainda sob efeito da história do motorista e do capítulo de Misi (que acabara de me despertar para o “por que escrevo?”), quando Nipi canta, não pude deixar de associar sua melancolia ao meu sentimento de saudosismo.

Da minha impossibilidade de compreender realmente o que foi a história Inca, mesmo que eu leia sobre, não será a mesma coisa. E imagino se fosse eu no lugar dele, é muito valor histórico passado em tão poucas páginas, mesmo que os relatos apresentem algo de fictício. Senti na voz do Nipi, a voz de todo um povo que luta para manter suas tradições e valores num mundo que muda constantemente, e que é muito mais do que um monumento turístico que o pessoal tira foto e posta no insta.

Mamakuna foi outro capítulo pelo qual me interessei bastante, aquele contraste de gerações femininas e a história foi bem casado.

Mas talvez minha visão seja considerada antiquada e atrasada por aqueles que acham tudo isso uma grande besteira, e que viajar se resume a Disney. Eu sou uma alma velha, então enquanto vocês seguem em frente a todo pano, eu me limito a ler as histórias retratadas neste livro e imaginar que fui escolhida por alguma Mamakuna. Posso não ser eterna, mas esse livro me deu uma visão diferente do que isso significa. Já estive nesse mundo outras vezes e esta é só mais uma das vezes nas quais voltarei, e aprenderei mais um pouco. E assim a roda gira.

O livro me despertou para aprender sobre a cultura do nosso continente cada vez mais, assim como entrou fácil no meus top 5. Meu saudosismo se despede desse livro com a sensação de “te vejo outra vez”, porque certamente sentirei vontade de relê-lo ou emprestar para alguém para que tenha ao menos uma experiência semelhante a minha.

Recomendadíssimo ❤

PS: Li o livro no dia 20, no dia 21 comecei a escrever sobre ele, mas diante de eventos em off, acabei por postá-lo somente agora dia 22.

RAPIDINHA DA POESIA: COMPOSTELA & GATOS DA NOITE

Tardo, mas não falho, oi de novo!

Terminei “O Medalhão de Ísis”, e intercalei a leitura desses dois com “Na eternidade é sempre domingo”, os quais terão posts em breve. Optei por Stela Oliveira e fui me aventurar nos poemas dela. Autora do mesmo Estado que eu, então foi uma experiência legal conhecê-la num evento que teve na cidade sobre literatura.

Já tinha ouvido falar da Stela ainda no meu Ensino médio, creio que no meu 1° ou 2° ano, quando ela publicou Compostela. Vi-me muito nos versos dela, adolescência sempre é uma baita fase e se a gente não encontra nada no que se apoiar, acaba desandando e é isso aí.

Em alguns dá pra notar o que ela quis passar e em outros vem uma reflexão a ser feita, mas um em especial devo dizer que fiquei:

oaevdf

 

Viva como se a vida tivesse sentido

Almas perdidas no universo dos loucos

Rodeada pelas ideias de poucos.

(…)

Eu sou o matador do novo mundo.

Eu sou o criador do me universo.

Pessoas, cuidem de suas horas.

Eu coloquei no mundo meus votos de revolução,

Mostrei-me para os meus inimigos,

Criei a armadilha para minha vida.

(…)

Os deuses da morte rondam minha janela.

Eu estou perdido no mar de pessoas,

de ideias e poluentes psíquicos.

 

Na época desse poema, é muito provável que ela tivesse assistido Death Note, porque quando cheguei em “votos de revolução” lembrei da letra de abertura do anime, quando li, ri demais! Foi muito legal.

Esse poema bate muito com a ideia do Raito sobre como ele enxergava o mundo e cá entre nós, é meio que a minha ideia também. Só não tenho um caderno da morte pra isso.

Enfim, os livros são curtos, leves, mas são uma boa pedida para você que gosta de poesia e quer uma folguinha dos calhamaços.