TRILOGIA NINHO DE FOGO #3 ISSO NÃO É NEVE

De volta à Terra, Melane nunca pensou que pudesse sentir tanta falta de Ninho de Fogo.

Ela acreditava que seu mundo estava seguro, mesmo estando afastada, mas descobre que mais uma guerra se inicia e ela é a única responsável.

Perdida e sem saber o que fazer para evitar que mais criaturas morram, ela contará com a ajuda de todas as pessoas e ama e precisará  ser forte e lutar pelo lugar onde nasceu. Proteger Ninho de Fogo sempre foi o mais importante, custe o que custar.

Esta parte da história está recheada de ação, sentimentos, romance e muito sangue.

Prepare-se, a jornada termina aqui.

FELIZ ANO NOVO, MINHA GENTE AEHUAHEUHAE

Como disse nos posts passados, tinha lido mais algumas coisas, mas acabei não fazendo resenha porque estava exausta, além de lendo outras coisas também, mas enfim, acontece, vou tentar não cometer o mesmo erro LOL Ninho de Fogo foi lido ano passado e já comecei 2018 lendo a continuação de Tesouros da Tribo de Dana, SIM, SAIU A CONTINUAÇÃO, logo trago minhas impressões ❤

Como sempre digo nos posts, não sou especialista em crítica literária, esse blog serve apenas para compartilhar as experiências que tenho quando leio algo, então já sabem que nada aqui deve ser levado a sério até você ler por si mesmo.

SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT

E aqui é onde eu me desespero, senhoras e senhores.

Ok, Melane voltou pro nosso mundo, sentindo uma baita falta do reino, mas meio que não tem o que fazer, considerando as circunstâncias, o melhor era ela voltar mesmo. Mas ela é obrigada a voltar Ninho de Fogo porque a galera resolveu caçá-la. (esqueci de citar que, se não me engano, tinha outros reinos que ajudaram na luta contra o mestiço do livro passado)

Depois que ela se transformou em dragão o pessoal ficou com medo que ela ficasse igual aquele mestiço  – que eu esqueci o nome, argh. E esse foi o livro onde a Melane mais ficou surtada, na minha visão, porque você tem ela mantendo o David por perto, mesmo apaixonada no Jack e em vez de falar com ele pra colocar os pingos nos i’s, fica calada, temos ela querendo viver, mas sem qualquer alternativa pra isso a não ser matar um monte de gente, enfim, esse livro foi sufocante e isso se reflete na narrativa dela, dá uma agonia e não tem muito o que fazer, como eu disse nos outros livros, várias e várias vezes ela repete que o coração do Sam a transformou, que não queria não queria treta e tal, mas né, ela não pode controlar tudo.

Em algum momento ela até foi conversar com o tal do mestiço e ele disse pra ela justamente isso, os dois eram iguais porque ninguém os aceitava, acontecera o mesmo com ele e ele sobrevivera, mesmo matando uma galera depois. E ela não poderia fazer diferente porque ela também era mestiça, uma hora Melane teria que lutar se quisesse ficar viva, já que nenhum dos reinos queria aceitar que ela vivesse.

Inclusive na reunião com os reinos ela quase colocou tudo a perder, porque começou a surtar e por pouco os poderes não destruíram a sala, os próprios emissários disseram que como manteriam alguém viva se não era capaz de controlar os próprios poderes, mesmo dizendo que não queria fazer mal a ninguém? Enfim.

Nesse volume a Melane descobre sobre o motivo do Jack ter se aproximado dela, mas é aquela coisa, amor perdoa tudo. Ela resolve o problema com a mãe do Jack também, e finalmente aceita que tem que lutar pra ficar viva.

Como se já não fosse suficiente, ela descobre uma amiga traíra no meio. No primeiro livro ela conhece a filha de um dos caras que a acolhem na rebelião contra o avô, Angélica, que antes tinha uma queda pelo David, mas depois apaixonou por um outro amigo deles lá, se não me engano era Edmundo o nome dele. Os dois estavam de rolo, com a morte dele no segundo livro, a menina perdeu o rumo, a Melane tinha até deixado os filhotes de dragão agora órfãos com ela, só que no terceiro ela descobre que a Angélica tava planejando matá-los pra virar dragão também. Oh well…

Juntou os dragões e as sereias e montaram um plano lá para impedir os outros três reinos de invadirem Ninho de Fogo e como sempre, muita matança. Mas né, é como eu imaginei, desde o começo não tinha outro recurso narrativo para resolver o conflito se não fosse a rendição de um dos lados, a Melane que antes tava surtada querendo viver no começo da história, num acesso de mártir meio que acaba resolvendo que “ok, me mata então, vai resolver? então mata”. Fiquei meio “poxa, fia D:”

Mas aí eu me lembrei do que chamam de “fábula de correção”, onde o personagem sobe no fluxograma das ações dele na história. A Melane no começo era meio “dane-se, vou fazer isso mesmo e não importa o que você quer”, com o Sam ela se acalmou ao ponto de no terceiro aceitar que a única solução é morrer.

Só que a galera arregou no último instante UHUAHEAUEHUAHEAU Já dava pra prever que algo assim aconteceria e tudo estava pra terminar bem, ATÉ QUE a gente descobre que o David morreu salvando o Jack, claro, coisa que ele faria por qualquer outra pessoa, o cara tinha todos os motivos pra não fazer isso, mas né, salvou. Eu já tava preparada, na verdade, no primeiro livro o Jack pinta um campo de lágrimas de Emily na parede da caverna dele quando a Melane tá por lá, no segundo, acho, ele contou sobre essa história pra ela e no terceiro, o David conta uma outra versão, e o final da versão dele é um foreshadowing da morte dele, AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA QUE RAIVA!

Mano, que agonia, o cara cuida de você a vida toda, desde a infância, tem um crush em você e você só consegue vê-lo como amigo, não queria estar na pele dela, gzuis, é muita pressão e sempre tem aquela sensação de egoísmo, tu sabe que não ama ele e ainda assim quer que ele seja seu amigo. Não sei se suportaria UHEAUHEHEA

Enfim, a Melane depois disso encarna a Bella no “Lua Nova” e passa um tempão de luto depois que volta pro nosso mundo, mas aí um dia começa a nevar. E ela vê que aquilo não é neve, era meio que uma mensagem do David tipo “Segue sua vida, fia, tá tudo bem”.

Aí ela volta pra Ninho de Fogo e vira rainha (ela já tinha sido coroada antes no livro, já que o avô já tava velho e tal, mas esqueci de citar UAEHUAEH). O epílogo é ela indo visitar uma árvore das fadas que já tinha visitado com o Jack no primeiro livro, onde ambos tinham visto o pai dele, mas não a mãe, justamente porque ela tava viva, mas em coma. Não lembro se a Melane queria ver os pais ou a avó quando foi com ele, a memória tá me falhando.

Mas agora ela ia lá pra ver o David, MEOS DEOSES QUE DOR!

 

Esse livro me destroçou de todas as forças possíveis. Em especial pela morte do David mesmo, teve aquela vibe heroica e tal, mas sabe como é, a gente não quer que o personagem preferido morra.

Altas vezes o olho ardeu nessa trilogia, mas só chorei mesmo no epílogo, argh, que droga x.x Várias vezes nesses volumes eu fiquei com raiva da Melane, sério, eu desenvolvi uma dificuldade em gostar de protagonistas, não é possível, mas livro bom é assim mesmo!

Bom, recuperada do meu luto, vou ali preparar o post sobre o segundo livro d’Os Tesouros da Tribo de Dana.

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TRILOGIA NINHO DE FOGO #2 CORAÇÃO DE ESCAMAS

O mundo que Melane conhecia não existe mais. Fadas, sereias e dragões fazem parte de sua realidade agora. A mestiça conseguiu libertar seu povo da maldição e da fome, mas o perigo ainda não acabou. Pedrus continua solto e somente ela poderá descobrir onde encontrá-lo. Esta parte da jornada não será fácil e Melane nem imagina todas as dificuldades e desafios que terá que enfrentar. Laços fortes de amizade, amor, traição, corações partidos, batalhas, sangue e morte, é isso que te espera nesta nova etapa de Ninho de Fogo!

FELIZ ANO NOVO, MINHA GENTE AEHUAHEUHAE

Como disse nos posts passados, tinha lido mais algumas coisas, mas acabei não fazendo resenha porque estava exausta, além de lendo outras coisas também, mas enfim, acontece, vou tentar não cometer o mesmo erro LOL Ninho de Fogo foi lido ano passado e já comecei 2018 lendo a continuação de Tesouros da Tribo de Dana, SIM, SAIU A CONTINUAÇÃO, logo trago minhas impressões ❤

Como sempre digo nos posts, não sou especialista em crítica literária, esse blog serve apenas para compartilhar as experiências que tenho quando leio algo, então já sabem que nada aqui deve ser levado a sério até você ler por si mesmo.

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Estamos de volta com Ninho de Fogo.

Pois bem, a primeira parte desse volume foi meio que uma pausa no ritmo da leitura. Temos uma Melane irritada porque não conseguem achar o tal do mestiço, temos Melane se sentindo presa/impotente porque sente que o cara tá por perto, mas não conseguem achá-lo, mesmo com os sonhos proféticos que ela tem, que herdou da mãe.

Temos Melane com crise existencial em relação ao David – inclusive é nesse que os dois terminam o relacionamento – e ao Jack e descobrimos aqui um pouco mais sobre o passado dele, a Melane já sonhava com o Jack desde o livro passado, mas é meio difícil pensar sobre isso quando se tem um reino pra proteger.

Nesse meio-tempo a luta maior dela é pra não ficar chutando cachorro morto, porque eles meio que não tem o que fazer já que o mestiço não quer se mostrar e eles já rondaram um perímetro enorme. Estavam literalmente nas mãos do cara. Nesse livro o vínculo dela com o Jack fica maior, tanto que no final quando ela vai embora ele até pede pra ela não ir, tadinho, ficou FA. Mas acontece, é a vida, esse retorno meio que me lembrou Nárnia.

Nesse livro eles descobrem que ainda existem dragões (dragões mesmo, que não se transformam em pessoas e vice-versa) e a Melane tenta se aproximar deles, são um adulto e dois filhotes, isso só acontece lá pros meados do meio-final do livro, pouco antes de ela descobrir o esconderijo do mestiço. Ficou até prisioneira dele por isso (se eu não estiver confundindo os volumes LOL), mas conseguem dar um jeito de ela escapar, o problema foi quando o Sam (o dragão adulto) morreu, foi devastador pra Melane então ela acabou usando a pele dele como armadura na tal da batalha contra o mestiço.

No meio da bagunça da luta, aquele quebra-pau danado ela é pega num tumulto lá, a armadura derrete e ela se transforma em dragão também. Como era mestiça, ela não podia se transformar, pois então quando o coração dela e o do Sam se uniram, isso foi possível. Mas isso trouxe problemas também, as confusões internas dela estão piores, porque temos a Melane que quer meter o loco e temos o Sam que tá dando uma freada nisso nela, isso no terceiro livro me deixou numa agonia, que minha nossa, a partir do momento que essa fusão aconteceu ela só fala disso, praticamente UHEUHAEUHAE

No fim prendem o tal do mestiço e a Melane vai embora. A essa altura o Jack já tinha desistido de matá-la pra curar a mãe e coisa do tipo (tinha esquecido de citar isso na outra resenha) e tá lá pior do que ela em crise de paixonite, sério, várias vezes eu queria estar perto deles e dar um soco em cada um, PELAMOR, SE BEIJEM LOGO! Aquela agonia que eu senti em Amazonas das Montanhas #1 no quesito falha de comunicação entre casal voltou com tudo, aaaaargh, foi difícil aguentar! UEHUAEHUEH

No terceiro livro a história acaba e o bicho começa a pegar mesmo.

TRILOGIA NINHO DE FOGO #1 A MESTIÇA

Melane, uma garota de 16 anos que vive com a avó, descobre não apenas ser uma mestiça de bruxa e dragão, como também uma princesa em um mundo chamado Ninho de Fogo. 
Com ajuda de seu fiel guardião David, e o pequeno Jack, o garotinho de quase 300 anos de idade, ela volta pra sua terra natal, descobrindo que o lugar está se despedaçando. 
Em um mundo de dragões, fadas e sereias, Melane terá que ser forte para a batalha que colocará em risco o mundo onde nasceu, enquanto tenta descobrir a quem pertence seu coração. 
Uma mistura de romance, aventura, guerra e salvação é o que te espera em Ninho de Fogo!

FELIZ ANO NOVO, MINHA GENTE AEHUAHEUHAE

Como disse nos posts passados, tinha lido mais algumas coisas, mas acabei não fazendo resenha porque estava exausta, além de lendo outras coisas também, mas enfim, acontece, vou tentar não cometer o mesmo erro LOL Ninho de Fogo foi lido ano passado e já comecei 2018 lendo a continuação de Tesouros da Tribo de Dana, SIM, SAIU A CONTINUAÇÃO, logo trago minhas impressões ❤

Como sempre digo nos posts, não sou especialista em crítica literária, esse blog serve apenas para compartilhar as experiências que tenho quando leio algo, então já sabem que nada aqui deve ser levado a sério até você ler por si mesmo.

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Bom, a sinopse já foi muito transparente sobre o que a história se trata. Temos a Melane, uma menina de 16 anos que descobre ser fruto de um relacionamento que não deveria sequer existir. Em Ninho de Fogo, bruxas e dragões não é uma combinação legal porque geram mestiços e mestiços lá já causaram uns baita problemas, e dos grandes.

Então a família teve que dar um jeito de fugir, os pais dela morreram então o David, que era BFF do pai dela e coisa do tipo, e a avó dela se encarregam de cuidar da menina no mundo humano, se não me engano nos EUA. Melane descobre que tem algo errado quando vê uma movimentação suspeita do David numa noite e uns dias depois precisam sair fugidos porque estão caçando a Melane.

Em Ninho de Fogo, o avô dela está causando o caos porque quer permanecer no trono então tá tentando matá-la. A coisa lá tá tão feia que até as fênix que a gente aprendeu que eram criaturas legais, são vistas meio como parasitas porque parece que se aproveitam do fogo dos dragões e coisa parecida.

Melane junta uma galera da resistência, invade o castelo com o Jack – que inclusive é um moleque que ninguém confia, e com razão UHAAHEUAEH Eu antes ficava um pé atrás com ele, mas o moleque tinha seus motivos, o guri escolheu não crescer por uns 300 anos porque parece que a mãe sofria de uma maldição que lançaram em quem tentou se revoltar e a coisa veio pra ela também, a única coisa que podia acordá-la era o coração de um mestiço. A Melane é mestiça, então já sabe.

Mas conforme a coisa anda ele meio que vai mudando de ideia e vai se bandeando pro lado da Melane, até aceita crescer em uma noite o que ele se recusou a crescer por séculos porque a Melane estava com problemas, então ela começou a valorizar mais ainda a amizade dele a partir daí. David não vai muito com a cara dele, obviamente UAEHUAHE

Ela e o Jack se infiltram no castelo pra pegar uma espada sagrada que o pai dela tinha e fiquei muito feliz por ela ter conseguido sem que isso desse treta, porque nessa altura do livro já é de se esperar que rolem traições e coisa do tipo, mas não rolou, pelo menos não nessa parte. A Melane pega a espada (Komodo) e o restante do livro conta como a batalha pela tirania do avô foi vencida.

No fim, descobriram que ele tava sendo controlado por um outro mestiço – que foi o motivo daquela proibição de relacionamento entre bruxas e dragões, conseguiram espantar o cara por um tempo, mas sabiam que ele voltaria. Well, enfim, rola a maior festa porque o reino está restabelecido e tudo fica de boa.

Nem preciso dizer que no primeiro ela tava toda doki-doki pelo David, né? UHEAUAHEUAEUHEA EU TAMBÉM ESTAVA, EU CONFESSO UHUAHUHEUAEH No início eu achava o Jack mais legal, mas a coisa foi evoluindo nos livros de tal forma que eu fiz a jornada inversa da Melane, enquanto ela no começo pegou o David e no fim ficou com o Jack, comigo foi o oposto, o que foi ainda pior, A DEVOÇÃO DELE CHEGA A ME DOER, PELOS DEUSES UHUEAHAEUHAEUHEHA

Li esse livro em um dia, ele é curto então dá pra virar tranquilo se tu quiser fazer uma maratona. Algumas vezes a Melane repete demais algumas coisas nos capítulos, mas acho que isso é por conta do que o Vianco chama de Unidade temática. O livro fala justamente daquilo que ela repete tanto, então dá pra relevar UHEUAHUEAH Outra coisa, como o livro é em primeira pessoa e ela tem 16, é mente meio confusa mesmo, não tem como fugir muito disso.

A capa também está maravilhosa, os livros vieram numa box, mas a minha descolou quando eu ainda estava lendo o terceiro livro, dei um jeito de colar de novo e é isso aí.

Dado o volume de acontecimentos que a trilogia tem, diria que esse é o meu “menos favorito” deles, porque óbvio, é o volume que apresenta os personagens e tal, mas nas próximas resenhas vou conversar com vocês sobre os motivos da minha queda livre no 3º livro, conforme eu avançava na leitura.

 

SAGA AS AMAZONAS DAS MONTANHAS #3 O RESGATE DE YANKA

Após uma jornada de quase quatro invernos, a guerreira amazona Kíria, tomada de saudade pela pequena Taimat, sua “filha genética”, retorna às montanhas com ideias para ajudar o mundo, que, conforme constatara, andava muito mal.

No entanto, na ocasião de sua chegada, icamiabas rebeldes que rondavam a aldeia dão um golpe e, na tentativa de raptarem a pequena Taimat, acabam levando Yanka.  Tal fato enfurece a temida princesa Diouxie, que, aliada à Kíria, segue engajada em uma alucinante missão de resgate, que pode acabar em uma batalha sangrenta no coração da selva amazônica.

Senhor, há quanto tempo não apareço por aqui.
Bem, não vou arranjar desculpas porque não tem como justificar, além do fato de eu estar escrevendo e revisando, por isso acabei parando um pouco de resenhar, embora estivesse lendo.
No meio do ano pra cá li a trilogia ninho de fogo, o segundo e o terceiro livro do Amazonas das Montanhas, as Brumas de Avalon também, então serei bem breve porque minhas experiências com cada um foram intensas.

Como sempre digo nos posts, não sou especialista em crítica literária, esse blog serve apenas para compartilhar as experiências que tenho quando leio algo, então já sabem que nada aqui deve ser levado a sério até você ler por si mesmo.

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Bom, a história nesse livro é menos densa do que nos anteriores, porque o foco acaba sendo na Diouxie e na Yanka, que estão juntas agora. A problemática aqui vem do fato de que as amazonas acabam lutando entre si, porque como dá pra imaginar, há várias tribos, então um segmento das amazonas da floresta se rebelaram pra raptar Tiamat, que é a filha da Lara, a tal da criança que foi concebida com a genética da Diouxie e da Kíria.

Preciso falar que essa menina é uma fofa UHAEUAEHAUEH Ela tem a aparência da Diouxie, mas o temperamento é bem a cara da Kíria, pobre da Lara que tem que aprender a lidar com o fato de que a guria tem mais duas mães, rs, já que tem que ficar dividindo atenção e tal.

Anyway, tentaram raptar a menina, mas a Yanka conseguiu impedir, embora a tivessem levado como refém e coisa do tipo. O livro relata o sequestro dela, suas tentativas de escapar (inclusive ela até se amiga com uma das icamiabas lá que desde o início não concordava muito com isso). Ao mesmo tempo temos a Diouxie indo atrás dela, além disso descobriram que a ideia da rebelião incluía matar a rainha icamiaba pra uma das rebeldes assumir e coisa do tipo, mas Diouxie consegue impedir o golpe com ajuda da Kíria e da Ludmila.

A morte da Ludmila nesse livro acho que foi necessária mesmo, acho que não tem mais espaço pra ela na trama, porque desde o segundo ela e Kíria quase não aparecem por causa da tal missão que a Kíria tem que fazer, ela em especial não tem nada pra adicionar. E como digo, quando o personagem já cumpriu seu papel, melhor matar antes que fique enfadonho. Inclusive a morte dela foi bem estranha, fiquei com a sensação de que ela foi muito, mas muito ingênua pra ter agido como agiu. Mas enfim, estranha, mas necessária.

A gente precisa lembrar ainda que a Diouxie ainda tem aquele vínculo forte com a Kíria, isso é visto inclusive quando a Kíria a salva depois de uma manobra super suicida dela, mas enfim, Diouxie não seria Diouxie se não fosse ousada desse jeito ❤ UHEUAEHUEAHEAUH

Diferente do segundo, esse livro eu li até rápido. A capa está maravilhosa, inclusive eu acho que já vi a imagem em algum lugar, de qualquer forma, tô no aguardo do próximo livro!

 

SAGA AS AMAZONAS DAS MONTANHAS #2 O SEGREDO DAS GUERREIRAS

A vida segue dura nas inóspitas montanhas, domínios das amazonas…Apesar da saúde frágil, a rainha emérita Karina tem uma revelação surpreendente, que pode mudar, não só diretamente as vidas da princesa Diouxie e da guerreira Kíria, como toda a Nação amazona.
Entre a revelação, a descoberta e a concretização de tal segredo, fortes paixões acontecem, novas personagens chegam à aldeia, traições são descobertas e as guerreiras amazonas se veem obrigadas a lutarem para defender seus domínios.

 

Senhor, há quanto tempo não apareço por aqui.
Bem, não vou arranjar desculpas porque não tem como justificar, além do fato de eu estar escrevendo e revisando, por isso acabei parando um pouco de resenhar, embora estivesse lendo.
No meio do ano pra cá li a trilogia ninho de fogo, o segundo e o terceiro livro do Amazonas das Montanhas, as Brumas de Avalon também, então serei bem breve porque minhas experiências com cada um foram intensas.

Como sempre digo nos posts, não sou especialista em crítica literária, esse blog serve apenas para compartilhar as experiências que tenho quando leio algo, então já sabem que nada aqui deve ser levado a sério até você ler por si mesmo.

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Bom, esse livro foi um complemento legal do primeiro pra mim, porque como o primeiro sempre tem essa função de apresentar os cenários e os personagens, girou muito em torno da Kíria e da Ludmila. Nesse aqui a coisa começa a andar mesmo.

A rainha Karina tem um segredo muito importante sobre o futuro das guerreiras, e como ela já sabe que tá perto de morrer, revela esse segredo pra Diouxie e Kíria, envolvendo questão genética. O foco desse livro é Diouxie, então a Kíria aparece relativamente pouco, já que ela tá viajando com a Ludmila e coisa do tipo, atrás de uma missão importante.

Anyway, esse livro gira em torno da Diouxie tendo de aceitar que Kíria não quer e não pode ficar com ela, então ela acaba se envolvendo com Yanka, mesmo que só por diversão. A Yanka gosta mesmo dela, mas como sabemos, Diouxie só ama a Kíria (inclusive, shippo muito).

Enquanto isso, temos umas forasteiras que chegaram perto do domínio das amazonas, se tratam de Sofia e Lara. Agora não lembro mais se elas foram sobreviventes de um acidente de carro ali, ou se foram atacadas por bandoleiros, mas Diouxie e Yanka as resgatam e a partir daí vemos o caminho diferente de cada uma das sobreviventes.

Sofia acha tudo aquilo fascinante e se apaixona por Diouxie, inclusive ela é bem atiradinha algumas vezes, que vontade de puxar a orelha dela, garota chata! Se bem que a Diouxie não ajuda muito nessa coisa de impedir as investidas da guria, quebradora de corações como ela é, em vez de dar um basta ou decidir de uma vez, fica lá deixando a guria em banho-maria.

Lara, por outro lado, detesta ali e quer voltar pra civilização, inclusive ela dá muito trabalho pras meninas porque vive fugindo o tempo todo, já conseguiu até atrair pra si o ódio de uma delas lá, mas esqueci o nome. Na última vez que ela tentou fugir, passou por tantos perrengues na mão de uns caras que teve foi muita sorte em ser resgatada por uma outra amazona que não era daquelas bandas, Áquila. As duas acabam se apegando conforme a história se passa e viram parceiras, foi interessante ver a Lara mudando de pensamento conforme a coisa toda se desenvolvia.

Ah, esqueci de dizer, Lara tá grávida do namorado dela, já tava beeeem antes de chegar nas terras das amazonas, mas todo mundo faz com que pareça que foi resultado da violência que sofreu dos bandoleiros então tá “tudo bem”. A coisa toda se resume ao fato de que a criança é meio que resultado de uns experimentos que ela tinha citado lá no começo da história, então a menina é sagrada e não pode acontecer nada de ruim e coisa do tipo. Inclusive a rainha Paola sempre ficou com a pulga atrás da orelha com essa história toda de segredo que só fora passado pra Diouxie e Kíria, mas no fim ela acaba se juntando ao grupo das únicas que sabem sobre o segredo da ex rainha.

Lembra do que eu disse sobre genética no começo? Pois é, a tal da criança tem a genética da Kíria e da Diouxie, então isso faz delas mães indiretas da guria, que chamaram de Tiamat. Diouxie algumas vezes até comenta que isso seria um bom jeito de ficar com a Kíria, porque estão destinadas e coisa do tipo, mas né, tem sempre a questão do sentimento dela pela Yanka, embora não seja forte o bastante pra deixar de pensar em Diouxie.

Devo confessar que não me lembro tanto do final do livro, porque terminei de lê-lo e fui direto pro terceiro, então é capaz que eu tenha confundido algumas cenas. MAS se não me engano, nesse livro elas precisaram lutar de novo pra manter o segredo oculto, porque – se não me engano – pela fuga da Lara lá trás, nossa galera aqui descobriu sobre elas, então precisaram pegar em armas.

Foi uma leitura interessante, mas aquele “chove não molha” de Diouxie e Yanka, além da insistência chata da Sofia me deixou bem travada na leitura algumas vezes, confesso. Tanto que foi por isso que dei uma parada nele e li “Entre o Amor e a Magia”, pra ver se melhorava meu humor.

A capa continua com a magia de sempre, mas admito que comparada a primeira e a terceira, ela tá numa qualidade menorzinha. Enfim, logo volto com a resenha do terceiro livro!

ENTRE O AMOR E A MAGIA

Alice Miller é uma garota de 21 anos que estuda História da Universidade Estadual de SunsetFalls. É namorada do charmoso e egocêntrico Matthew Campbell, filho de um família aristocrata da cidade.

Sem que ela saiba, Alice descende de uma linhagem de bruxas poderosas.

Durante as férias de fim de ano, Alice e sua melhor amiga de infância, Cassandra Lee, retornam a sua cidade River Green, onde Alice será informada de seu destino.

Alice conhece então um misterioso rapaz, o oposto de seu atual namorado, que a faz se sentir livre e feliz como nunca se sentiu antes.

A descoberta de sua descendência deixa sua vida bagunçada, principalmente quando terá que fazer uma escolha: o amor ou a magia?

OLAR COMO VAI, TUDO BEIM?

EU SEI, EU SEI, PRECISO TERMINAR AS AMAZONAS DAS MONTANHAS, MAS PRECISO FALAR SOBRE ESSE LIVRO DE HOJE XD

Lembro-me que em uma das resenhas do ano passado, se não me engano, tinha comentado sobre tê-lo comprado e estava esperando chegar, bem, na semana passada ele chegou e li o livro em um dia. Tanto por ser curtinho quanto pela escrita ser bem fluída.

A capa dele é maravilhosa de linda, a sinopse também tinha me ganhado quando li, mas agora vamos ver o que achei depois de folhear suas páginas. A premissa do livro já é entregue na capa, amor e magia.

Como sempre digo nos posts, não sou especialista em crítica literária, esse blog serve apenas para compartilhar as experiências que tenho quando leio algo, então já sabem que nada aqui deve ser levado a sério até você ler por si mesmo.

SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT

Alice Miller é uma estudante de História de 21 anos. Sua melhor amiga é Cassandra Lee, a amiga grilo-falante que sempre dá os bons conselhos, e ela namora o Matthew Campbell, que é o típico playboyzinho mimado que toda menina quer namorar, mas nenhuma mulher quer casar.

Acontece que o livro já começa com os dois se desentendendo porque o Matt só pensa nele mesmo e a Alice tá cansada disso, e termina com ele. Claro, vai ter toda aquela coisa dele querer voltar e correr atrás dela e coisa do tipo, mas a Alice consegue evitá-lo porque a universidade entrou de férias então ela e Cassandra se mandam pra River Green, a cidade onde nasceram. Ela fazem faculdade em SunsetFalls, ambas nos Estados Unidos.

Nesse retorno pra River Green ela conhece Adam Jonhson, um carinha encantador típico dos contos de fadas. Como é uma cidade pequena, todo mundo conhece todo mundo, então a família dela fica super animada quando o Adam convida a Alice pro festival que vai ter lá, pra compensar o atropelamento de quando se conheceram.

A partir daí o amor entre os dois se desenvolve, rodeada de insistências do Matthew pra querer voltar e umas conversas misteriosas com os familiares dela. Chega um momento que o amor e a magia se chocam, porque depois de um encontro muito fofinho com o Adam, ela desperta seus poderes de bruxa, herdado dos antepassados dela que eram Celtas que migraram da Eurupa pros EUA.

Alice fica super chocada com a descoberta, mas aceita até rápido, seu maior problema seria contar pro Adam, porque ele – coincidentemente – é descendente dos caçadores responsáveis do incidente de Salém, então ele cresceu nessa vibe de negar magia e bruxas. Nem é preciso dizer que ele ficou grilado por ela se recusar a abrir mão dos seus poderes (os poderes despertam aos 21 anos, mas a bruxa pode escolher abrir mão deles) e terminou o namoro.

Depois ainda aparece o Matt em River Green querendo tê-la de volta, Cassandra não quer que a amiga sofra então resolve servir de cupido pra ela e pro Adam, ao mesmo tempo em que a ensina a usar magia (detalhe, Cassandra também é bruxa, ambas as famílias foram interligadas por alianças e coisas do tipo). Acabou que Adam reconhece seus pittís e sai atrás do Matthew pra forçá-lo a se afastar, não dá certo. Matt e ela tinham combinado de se encontrar (sabe-se lá o motivo) e conversa vai conversa vem, começa o bate-boca e o Adam acaba surgindo pra fazê-lo se afastar de novo.

A coisa fica tão tensa que ela se cansa dos dois e sai fora. Ambos pareciam hienas brigando por uma carcaça AHEUAEHAUEHEAUH Mas no fim dá tudo certo, Adam insiste em ir atrás da Alice pra pedir desculpas, os dois vivem felizes pra sempre.

Achei muito legal o misto das duas temáticas, vez ou outra tinha uma vibe interessante quando estava se falando da magia, da história da migração celta, a questão do laço familiar entre os Lee e os Miller, foram toques legais (embora fosse uma coisa tão melosa que me parecia aquelas famílias de comercial de margarina, mas de novo, são minhas experiências lendo). Mas foram muito rápidos, predominando o aspecto romântico. No final ela diz que escolheu os dois, mas a sensação que tive foi que inconscientemente ela escolheu foi o amor, porque ele é o ponto central da história, a magia acaba ficando em segundo plano.

Um aspecto que me fez rir DEMAIS (mas de nervoso) nessa história foi o uso de nome e sobrenome nos vocativos. Na maior parte das vezes o que você vê nos diálogos é “Adam Jonhson” pra lá, “Alice Miller” pra cá, me fazia lembrar da época que minha mãe brigava comigo e me chamava pelo nome inteiro, dava um tique toda vez que tinha isso em um diálogo LOOL

Outra coisa que me fazia rir muito era as falas da Alice pros ex namorados quando eles vinham atrás dela reclamar. As falas eram tão clichês (do estilo que a gente encontra em música de sofrência) que eu me lembrava do “Você partiu meu coraçããããoo, ai meu coração”. Só conseguia lembrar disso na hora.

Um ponto legal é que a história flui rápido, mas rápido até demais, eu diria. As coisas ocorrem rápido demais e pra temáticas densas como as retratadas aqui, pode ser um problema porque o fluxo dos acontecimentos não convenceria alguns leitores mais exigentes:

  • Terminar com um cara pelo qual você tinha meio que um guilty pleasure em namorar e em uma semana já se apaixonar por outro que te atropelou com a bicicleta. E na semana seguinte, já estar namorando com ele e dizendo eu te amo.

Sem contar que ela é emotiva demais e isso beira ao exagero algumas vezes (a não ser que ela tenha muito Libra, Câncer ou Peixes no mapa astral, aí até que dá pra engolir, rs) a ponto de parecer imaturo. Mas provavelmente isso deve ser impressão minha, porque não era tão emotiva assim aos 21 anos, então pode ser que só eu tenha achado estranho e não consegui me conectar com ela.

  • Tem uma parte se não me engano, ela diz que nunca tinha sido tratada com tanta gentileza (depois do Adam fazer uns mimos pra ela). Isso me lembrou um pouco o que o Felipe Neto disse sobre 50 tons de cinza quando leu esse trecho do livro “Homem nenhum jamais me afetou como Christian Grey, não consigo entender o motivo. Seria sua aparência, sua educação? Riqueza? Poder?”. Complicado você namorar um cara que só te atrai pela educação, algo que devia ser quesito básico de qualquer ser humano. Não que a Alice namorasse o Matt pela educação dele, mas era complicado achar uma qualidade nele, pelo que li, por que ela ainda namorava com aquele chato? XD Aí aparece o Adam e ganha a menina já nos gestos cavalheirescos, sendo que pra variar, o Matt sempre tratava ela como segunda opção.

Não que eu seja tiete do Felipe, mas na presente situação, essa fala dele faz sentido.

  • O Adam sempre foi criado acreditando que bruxas não existiam e coisa do tipo, e pra alguém que foi cerceado por esse tipo de pensamento, pra mudar de opinião ainda assim é MUITO difícil. Claro que ele poderia ir atrás da Alice mais pra frente, mas foi rápido demais. Ele podia pedir um tempo pra pensar, mas que ele ainda a amava, só precisava aprender a lidar com os dons dela. Afinal, preconceito não some da noite pro dia, como pareceu na história. Deu a impressão que ele só voltou atrás porque a Alice era “sua namorada”, não porque a entendia de verdade. O que pesou ali, na minha visão foi mais o sentimento oculto de posse do que compreensão de verdade.

Esse inclusive foi um dos pontos mais prejudicados pelo fato de a temática da magia ser pouco explorada, em detrimento da temática amorosa e por isso digo que a Alice escolheu o amor em vez da magia. Podiam ter explicado melhor a relação dele e da família dele com a magia, criado umas tretas mais fortinhas ali no meio pra Alice (porque a magia aqui na história ficou me parecendo mais um empecilho do que um benefício pro casal), tem um plano de fundo INCRÍVEL pra ser explorado e a autora bem que poderia se aventurar nisso caso queira fazer uma segunda edição.

A revisão também precisa ser refeita, vários erros escaparam, não só de escrita, mas de continuidade também. Na p.36 ela pensa consigo mesma “uau de onde esse príncipe de contos de fada saiu?” quando viu o Adam. Mas lá na p.47 ela diz pra ele que não acredita em contos de fada. E como é em primeira pessoa a narração, essas duas falas são bem claras em momentos igualmente claros.

Das duas uma: Ou ela quis ser diferentona e negou pra não sair como criançona da história ou foi erro de continuidade mesmo.

Tem outro em que ela afirma, antes de se descobrir bruxa, que não acredita em magia (p.46):

– Você acredita em magia, Ali?

– Não, acho apenas superstição.

– Também acho isso. (…)

E na mesma página, nas últimas linhas, ela pergunta pra ele a mesma coisa, mas com palavras diferentes.

– (…) Você acredita em bruxas, magia, essas coisas do tipo?

– Não, nadinha! Acho isso puro folclore (…) E você?

-Também não acredito. Sou realista demais pra acreditar em bruxas ou contos de fada.

Ué, vocês já não tinham conversado sobre magia lá trás?

Fiquei na dúvida se ela fez a personagem perguntar isso de propósito, ou se foi pra deixar subentendido que a Alice estava muito nervosa com o encontro e acabou cometendo essa gafe ao fazer a mesma pergunta com palavras diferentes (coisa que no jornalismo a galera vive com medo, inclusive).

Foi uma história legal de ler pra passar o tempo e me recuperar da torrente de informações que acontecem no Amazonas das Montanhas II, ri mais do que tudo. A história tinha tudo pra ser boa, mas se fosse mais lenta e desenvolvida, poderia ser melhor.

Na próxima garanto que trago a resenha de Amazona das Montanhas II. Aproveitarei o embalo e comprarei o Amazonas das Montanhas III – O Resgate de Yanka! ❤

SAGA AS AMAZONAS DAS MONTANHAS #1 DAS PAIXÕES ARDENTES ÀS MISSÕES SANGRENTAS

Ao se aventurar com o namorado pela Cordilheira dos Andes, Ludmilla sofre um acidente e acorda dias depois em um lugar estranho, sem o namorado e em meio a mulheres exóticas e misteriosas. Após descobrir que fora salva por alguém chamada por ‘bela’, fatos inusitados acontecem e ela se apaixonada pela tal mulher, vindo a descobrir de que se tratava de uma importante guerreira amazona.

APARECEU A MARGARIDA, OLÉ OLÉ OLÁ!

Gente, sério, nos últimos dias as coisas tem sido uma loucura. Tem umas fases na vida em que vamos apenas deixando a vida nos levar, vivendo um dia após o outro porque nossa energia tá pra menos de 5% e toda motivação pra outras coisas vai por água abaixo.

Andei me sentindo meio “uma mera peça nesse relógio” que é a vida e fui deixando de fazer coisas que eu gostava por estar cansada tanto física quanto mentalmente. Mas vamos correr atrás do prejuízo, né?

Seguindo a vibe de fantasia nacional (que parece que seguirei por um BOOOM tempo), resolvi pegar esse livro. Na época em que o escolhi pensei em comprá-lo, mas aí vi o preço que estava no site da editora, calculei o frete e percebi que não compensava gastar com isso, sendo que logo logo já sairá o terceiro livro. Compensa mais eu esperar e comprar o box com a autora.

Então acabei adquirindo os livros pelo Unlimited mesmo. Não é a mesma experiência de ter o livro nas mãos, mas dá pro gasto. Não consigo ler pelo Kindle PC, mas descobri que me desenvolvo mais na leitura lendo pelo celular, rs.

Como disse, falei que leria As Amazonas das Montanhas, mas acabei enrolando mais de um mês, que vergonha x.x

Como sempre digo nos posts, não sou especialista em crítica literária, esse blog serve apenas para compartilhar as experiências que tenho quando leio algo, então já sabem que nada aqui deve ser levado a sério até você ler por si mesmo.

SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT

 

Nos primeiros capítulos temos a protagonista, Ludmilla, sofrendo um acidente e sendo resgatada, para depois ser levada para o lar das amazonas. Lá ela conhece Kíria, que a salvou da morte.

A família da Ludmilla não é lá muito funcional, os pais vivem brigando, ela mesmo sendo rica não é feliz, encontra amparo somente na funcionária da casa, enfim o típico clichê que todo personagem adolescente passa nessa fase. Então ela fugiu com o namorado e ficou até incrédula quando ele a tentou matar.

Nesse período em que ela se familiariza com o ambiente novo, conhece mais da realidade das guerreiras e ao mesmo tempo se apaixona pela Kíria. Embora eu tenha achado que o romance se desenvolveu rápido demais, rs. Mas enfim, não sei se comigo seria tão rápido, afinal não sou eu quem estou no meio de tanta gente bonita XD Importante dizer aqui: Todo mundo quer pegar todo mundo. Todo mundo quer pegar a Kíria.

Mas claro que o choque de tanta informação nova dá um curto circuito na cabeça da pobre da protagonista e ela resolve ir embora. Ignorando total a coincidência divina de ela estar lá, da sensação forte de na vida passada já ter uma ligação com a Kíria, da descoberta recente que curte mulheres e coisa do tipo. No fim, ela acaba tentando voltar pra aldeia, e com isso acaba indo pra biblioteca pra pesquisar mais coisas pra ver se conseguia um jeito de voltar.

Nessa empreitada, ela conhece Dafne, uma mulher misteriosa que conhece bastante do assunto e a ajuda a voltar pras amazonas, mas antes a Ludmilla precisa convencer uma ex-amazona a voltar para junto das outras. Além de se envolver brevemente com a Dafne, a gente percebe que a mulher na verdade se chama Diouxie e é à ela que as outras guerreiras se referiam quando diziam que a filha da rainha estava numa missão para resgatar a mãe de sangue, que estava prisioneira de uns guerrilheiros na selva amazônica. No caso, a Diouxie foi resgatada pelas amazonas, então a rainha seria sua mãe de criação e coisa do tipo. Lembra quando disse que todo mundo quer pegar todo mundo? Pois é, todo mundo quer pegar a Diouxie também, se a Kíria tem uma beleza mais calma e carisma, a Diouxie tem um ar mais aventureiro e sensual. Inclusive a própria Diouxie não percebe que ama a Kíria até o final do livro, coisa que a gente já nota assim que ela aparece.

O que acontece é que essa tal ex-amazona, Giandra, que a Ludmilla precisa convencer a voltar era companheira da rainha (portanto isso a torna automaticamente segunda rainha), mas acabou se apaixonando por um cara e foi embora com ele depois que engravidou. Um tempo depois o cara morreu e ela não teve coragem de voltar. Diouxie então pensou em matar dois coelhos com uma pancada só, mandando a Ludmilla voltar com Giandra e sua filha, enquanto isso ela resgatava a mãe de sangue, Moana.

E temos mais uns conflitos amorosos de novo. Enquanto a Lud estava voltando pra casa, a Kíria acabou se envolvendo com uma outra amazona, Paola, já que né, não esperava que ela voltasse mesmo que quisesse muito. Paola sempre gostou da Kíria, e elas até namoravam até a Kíria conhecer Ludmilla, mas depois que a menina chegou bagunçou tudo. Sem contar que uma outra amazona, Gladis, tem umas ambições plausíveis (tipo a clássica “querer ser rainha”), mas os meios que usa pra consegui-las são escusas e se você no início detestava a Paola, no final da história até já simpatiza com ela, porque a Gladis praticamente a transforma em nada. O típico caso de relacionamento abusivo. Acaba que a Paola se envolve com a filha da Giandra, Joana e depois da Gladis quase matá-las, executam-na.

O que mais me irritou foram as brigas quase desnecessárias das protagonistas, caraca, que irritação que me dava. Faço das palavras da Paola as minhas, Ludmilla é muito egoísta e infantil. Cenas de ciúme que podiam ser facilmente resolvidas com uma conversa, se tornam uma verdadeira odisseia porque uma fica de vingancinha da outra. Claro que a Diouxie querer pegar a Ludmilla também só piora a situação, mas a gente vê o tempo todo que elas se amam, e as amigas da Ludmilla vivem dizendo pra ela resolver a situação e ela prefere ficar lá se martirizando, argh, odeio.

E como se não bastasse, elas precisam partir numa missão pra resolver uns guerrilheiros que estão próximos demais dos domínios das amazonas e precisam dar cabo deles logo, quem vai liderar a missão é Diouxie e é claro que a Ludmilla foi escalada pra ir, o que deixa a Kíria grilada porque teve umas visões de que a coisa ia acabar mal.

Bem em cima da hora, a Ludmilla percebe que foi uma anta (finalmente né, filha? Já tava passado da hora ¬¬) e corre atrás da Kíria que tava numa choradeira por causa dela e aí a gente percebe que realmente, aquele drama todo lá trás foi praticamente desnecessário. Se bem que todo protagonista precisa de defeitos, e os da Ludmilla cumpriram bem o seu papel, que foi encher linguiça até o momento da guerra.

Numa hora lá, as coisas estavam indo até bem, mas depois que uma delas foi capturada, precisaram pedir reforços e a Kíria foi escalada pra isso. Mas aí entra um problema, Kíria tinha ficado na aldeia justamente porque ela seria a próxima na linha de indicação da rainha. E como a Giandra já tinha uma filha, isso fazia da Joana de automático a indicação dela, mesmo não tendo muita experiência. (Era para ser a Diouxie no lugar da Kíria, mas ela mesma disse que entre reinar e lutar, ela prefere lutar).

No final das contas, Kíria abre mão do posto de rainha e é ordenada a ir até uma rainha-mor lá não sei aonde para buscar reforços. Além disso, a tal rainha disse entre outras palavras, que Kíria acabaria ficando em seu lugar um dia, que amazonas não deviam brigar entre si e coisa do tipo. Na hora crítica os reforços chegam pra Diouxie e tudo acaba bem. Pelo menos até a Diouxie dar pittí e começar a partir pra pancadaria, porque a Kíria queria se mandar dali com a Ludmilla pra outra missão dada pela rainha-mor. Foi aqui que fiquei com mais pena da Diouxie, ela tem uma baita ligação com a Kíria que nenhuma das duas entende direito.

No fim das contas, a história se resume a disputas por poder (internas, representadas por Paola e Gladis; externas, representadas pelas amazonas e pelos guerrilheiros), pelo menos uma pegação por capítulo (Representadas por Kíria e Ludmilla), além de uns momentos de drama que te fazem lembrar muito daquelas novelas mexicanas que passavam no SBT (representadas também pela Kíria e pela Ludmilla).

Como li pelo Kindle ficava um pouco perdida quando mudava um cenário para outro, então não considero isso um problema já que creio que na versão impressa não há esse pormenor. A revisão deixa escapar pouca coisa, mas dá para relevar.

A personagem que mais me liguei foi a Diouxie, não porque ela é ruiva, mas porque me identifiquei com a intensidade com a qual ela se devota às coisas, e depois a intensidade com a qual se ferra é equivalente ao esforço empreendido. Ludmilla é muito infantil pra mim, Kíria não fede e nem cheira e as outras amazonas também são muito legais ❤

Falando a verdade, queria que Diouxie e Kíria ficassem juntas, ambas pra mim funcionam melhor do que a Ludmilla, mas enfim, é a vida LOL

Já comecei a ler o segundo livro e ele começa com a chegada de duas primas, Lara e Sofia, que sobreviveram depois de caírem no mesmo desfiladeiro que a Ludmilla, os namorados delas morreram. Ao que tudo indica, Lara está grávida e tem um arzinho de preconceituosa e já foi até presa porque começou a causar. Sofia já está causando também porque está interessada em Diouxie e ficou com ciuminho quando a Diouxie começou as investidas pra cima da Yanka.

Já deixo claro que Sofia não é flor que se cheire, ela é tão curiosa que chega a irritar, e tão atrevida que já até roubou um beijo da Diouxie, mas na primeira oportunidade que teve já veio reclamar por ela estar “supostamente” investindo em duas ao mesmo tempo, sendo que foi a própria Sofia que inventou de beijá-la.

Enquanto isso, a rainha Karina está quase partindo dessa pra melhor, mas antes mostrou pra Kíria e Diouxie as pesquisas que fez durante toda sua vida, entregou o livro pra Diouxie e até o momento não sabemos direito o que é. Aparentemente uma revelação que vai superar a “engenharia masculina”, digamos, no sentido de mulheres só se reproduzirem porque precisam de uns genes deles.

Logo logo trago minha opinião sobre Amazonas das Montanhas #2, o segredo das guerreiras.

 

SAGA A HERDEIRA #2 A MALDIÇÃO GRICEM

Três despedidas. Uma decisão. Sacrifícios.
Kate aceitou sua herança, porém não tinha ideia do que o destino lhe reservava. Segredos perdem seus mantos, traições despedaçam corações, versões são contadas, mas em quais acreditar? Algumas descobertas podem ser perigosas, outras deveriam permanecer enterradas e, em meio a uma situação arriscada, a herdeira precisará tomar uma decisão importante.
“De que adianta a magia, senhorita Kate, se não for para salvar aqueles a quem amamos?”. Quem pagará o preço pelas suas escolhas? Até que ponto alguém iria para viver?
Você quer conhecer a Maldição Gricem? Abra este livro e descubra…
Mas se o segredo não puder proteger, um sábio conselho lhe dou:
“Finja não saber!”

Oi todo mundo,

Creio que hoje não serei muito feliz no post, porque não tenho muito para adicionar do que li no outro livro. A Maldição Gricem é um bom complemento do primeiro, mas se você ficou com dúvidas no primeiro livro sobre alguma coisa, nesse livro você ficará mais confuso ainda.

Pelamor, não façam como eu ao me contentar com a versão kindle se você tem problemas de concentração, você se perderá facilmente por causa disso. Compre o físico porque fica mais fácil de você se manter focado.

Como sempre digo nos posts, não sou especialista em crítica literária, esse blog serve apenas para compartilhar as experiências que tenho quando leio algo, então já sabem que nada aqui deve ser levado a sério até você ler por si mesmo.

SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT

O livro anterior acabou com a morte da Kate. Nesse livro, ela já começa no mundo dos mortos e a rainha de lá não quer que ela aceite a herança. Devemos lembrar que esse “cargo” de Herdeira implica em muita coisa, inclusive na vida dos outros e a tal rainha foi uma das vítimas da Herdeira anterior, que era a Maya.

Nesse livro, a Kate quase se perde num tal lado do esquecimento, mas acaba resgatada e depois fica por lá no castelo da tal rainha, prisioneira. Enquanto ela tenta sair de lá, os outros no mundo dos vivos tentam trazê-la de volta.

Ah é, sabe aquela mulher louca que atirou na Kate no livro passado? Não tem relação com a Maya, e sim com o Joseph. Ela e o James vieram a mando dele pra acabar com a Kate e tal.

E quando ela gritou com o Eric estava com eles, estava dizendo a verdade. Ele é um matador de aluguel. Pelo que entendi, o Eric foi contratado pra capturá-la, mas não matá-la, no fim ele acabou apaixonando pela menina e não deu. Afinal, ele só receberia recompensa se entregasse o que lhe foi pedido, como não entregou, com certeza estará em apuros depois.

Enfim, voltando. Os amigos da Kate descobrem sobre os efeitos do dardo que foi usado pra matá-la, incluindo um dos desdobramentos era um feitiço que mataria a Kate e todas as amigas caso se separassem demais. Ao mesmo tempo, todas estavam sendo perseguidas também e o pessoal ficou se dividindo entre proteger o corpo da Kate (que ainda não tinha morrido, mas também não tava viva) e procurar mais informações.

Nessa confusão toda, pelo menos, ela conseguiu se aproximar mais do Téo, foi muito fofo vê-los mais unidos.

A irmã dela, Melissa, o Téo e o Eric ficavam guardando-na maior parte do tempo, enquanto os outros procuravam informações. No fim, conseguiram convocar uns amigos do Eric, acho, pra ajudar no ritual pra trazê-la de volta.

No frigir dos ovos, ao aceitar a Herança a Kate acabou meio que perdendo a avó, pelo menos foi a sensação que me passou. A Maya então mais adiante aceita orientá-la certinho como uma Herdeira deve ser e manda uma menina, a Kamille, pra servir de tutora. Depois a Kate é nomeada, tem uma cerimônia toda pra isso e coisa do tipo.

Os últimos dez capítulos, pelo menos, grande parte se divide entre o dilema do triângulo amoroso dela e as descobertas de Herdeira. Foi me dando uma agonia, porque se por um lado ela disse que cogitou tentar um relacionamento com o Téo, por outro lado, todo o esforço que está fazendo está indo por água abaixo, porque a menina parece que tem um imã pro Eric. Mesmo ele tendo sido um traíra, ela ainda não consegue abrir mão dele! e.e

Claro, obviamente já passei por situação semelhante no que diz respeito a intensidade de sentimento, mas pelamor, a Kate tem uma cabeça meio imatura pra quem já tem 21 anos.

No final das contas, ela FINALMENTE se lembrou de pegar uma joia que avó dela disse NO LIVRO PASSADO que ela devia pegar, e pra variar, encontra o Eric por lá e o que acontece? Eeeh, um inocente morre e.e

Devo dizer que tenho apego especial por personagens senis, e no fim o joalheiro morre porque ninguém devia saber que ela era Herdeira (pelo menos foi o que entendi,), e a conversa acaba dando pistas sobre o Eric também. Não é puramente coincidência ele ficar perto da Kate o tempo todo, pelo visto todo mundo da geração passada se conhecia muito bem ali.

Assim como o primeiro, o livro não me prendeu tanto quanto queria, talvez tenha sido por causa da confusão que senti enquanto lia. Várias vezes me peguei perdida durante a leitura e tinha de ficar voltando para tentar pegar o fio da meada.

Importante dizer que como é em primeira pessoa, todo o jeito confuso do livro acaba sendo uma consequência das descobertas da Kate, porque enfim, é muita informação para ela assimilar e tal. Mas ainda assim, encontrei uns trechos bem confusos.

Por exemplo, na hora em que o Eric se meteu na coroação da Kate e os dois meio que quase se agarraram nos aposentos dela ali perto. Nessa cena, ela, o Eric e a Kamille estavam no mesmo lugar, já que a Kamille empurrou os dois pra dentro dos aposentos da Kate e se meteu lá dentro também. Mas depois praticamente esqueceu-se da Kamille e ficaram um tempão trocando provocações. Quando a gente ouve falar da menina outra vez, ela tá entrando de novo no quarto.

Das duas uma: OU a autora deixou implícito que a Observadora (sempre tão cautelosa com a imagem da Herdeira) ignorou seus deveres e saiu dali, contrariando totalmente a imagem de responsável que ela nos vendeu da Kamille na cerimônia; OU ela se perdeu na cena do Eric com a Kate e se esqueceu de revisar esse trecho. Prefiro acreditar na primeira hipótese, porque nesse caso pelo menos a autora tem uma saída pra justificar a cena.

A capa é maravilhosa, remetendo ao mundo dos mortos, não tenho do que reclamar. Os personagens, assim como no outro, não tive muita ligação com nenhum, mesmo gostando muitíssimo da temática de bruxas. Se pá, sério mesmo, acho que tive mais ligação com a Maya do que com o núcleo protagonista.

E eu pesquei ali no meio uma cena da Kamille e do Téo, ELES SE CONHECEM DE ALGUM LUGAR, e eu ainda vou descobrir. Já imaginou se tanto o Eric quanto o Teo de alguma forma traem a Kate? O Eric já traiu por não ter contado, o Téo tá em vias de fazer a mesma coisa por não explicar aquela cena em que a Kamille sussurra o nome dele.

Outra coisa: Nesse livro o Eric se consolidou mais ainda com a imagem do Damon que tenho na cabeça, sério, parecia com o pouco que eu pescava da personalidade dele dos spoilers que minhas amigas me davam de Vampire Diaries.

Veredicto: Kate, larga esses dois. Um já escondeu coisas de você, outro tá escondendo ainda e vai dar ruim.

Mas isso não tira da minha cabeça que se fosse eu, ainda preferiria o Téo. O Eric tem essa vibe de bad boy e se for pra ter um relacionamento agitado como o temperamento dele promete, prefiro não ter. Relacionamento pra mim tem que ser sinônimo de tranquilidade, não mais turbulência.

Sem contar que tem uma hora que a Kate usa uma colocação bem legal, algo como: Com o Téo, ela ainda se sente capaz de se sentir no controle e dizer não, ao contrário do Eric que rola alguma química louca e ela não se sente assim com ele. Junta isso ao fato de que Eric a traiu, como poderia escolhê-lo em vez do Téo?

É algo que espero que a Kate responda no próximo volume, embora ambos não sejam lá muito confiáveis nesse quesito “esconder informações”.

O próximo livro que lerei é: As amazonas das montanhas. Até a próxima!

SAGA A HERDEIRA #1

Criada em um pequeno bairro chamado Forecast, Kate West nunca foi uma garota exatamente normal. Determinada, com segredos e um medo absurdo de se apaixonar, ela conseguia viver bem tendo apenas relacionamentos passageiros, os quais chama de R.A., mas a sua vida está prestes a mudar quando sua avó, já falecida há quatorze anos, lhe envia uma mensagem.
“Sua herança vai chegar. Aceite a mudança quando 21 primaveras completar”.
Curiosa, Kate tentará descobrir o que precisa aceitar, porém uma herança nem sempre é o que se imagina.
Em meio a rotina da faculdade, a chegada de um novo aluno e o misterioso homem de olhos azuis que sempre a salva nos pesadelos, Kate terá que lidar com os perigos que surgirão no caminho.
Descobrir a sua herança não será uma opção.

E aqui estamos nós de novo!

Como podem imaginar, perdão pela demora, mas todos sabemos que o motivo é relacionado ao off e coisas do tipo. No post anterior eu falei que leria Espadachim de Carvão, mas quero dizer agora que mudei de ideia.

Abandonei a leitura por duas razões: 1 – Ele é do grupo do Jovem Nerd então não teria necessidade de eu me prestar a ler algo que sinto não fazer a diferença. Quero dizer, o público dele já é enorme. E 2 – Não me encantei tanto pela leitura nos primeiros, não sei, três capítulos?

Quero ler de autores independentes, desconhecidos e ver que ambos saímos recompensados dessa troca: eu pela leitura boa e eles pela minha resenha, embora não seja feita por uma profissional. E não era isso que eu sentia enquanto lia Espadachim, foi o primeiro livro que abandonei, quebrando a minha meta de “continuar leituras, mesmo elas sendo o Ó”.

Então trago para vocês mais uma leitura que fiz nesse feriado: A Herdeira, da Katerine Grinaldi.

Como sempre digo nos posts, não sou especialista em crítica literária, esse blog serve apenas para compartilhar as experiências que tenho quando leio algo, então já sabem que nada aqui deve ser levado a sério até você ler por si mesmo.

SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT

Nos últimos tempos estive muitíssimo atraída por temática bruxa. Na verdade, desde quando li As Filhas de Dana me senti dessa maneira, e acabei (além de comprar mais um livro com essa temática [Entre o Amor e a Magia]), me aventurando a assinar o Kindle pra poder dar uma olhada nesse livro.

Primeiro, ele me atraiu pela capa. Embora não seja cativante como a da Modo, gostei bastante da paleta e do feeling que me passou quando olhei pela primeira vez. Mais adiante você percebe o quanto ela tem a ver com o que a história traz.

Depois olhei a sinopse, embora a receita: jovem-adulta, universidade, descobrir-se mágica, Team fulano e beltrano não me seja tão atrativa, dei uma chance. Pelo menos a garota não tinha entre 16-18 anos, rs.

Achei a página da história no Face e percebi que tinha perdido a promoção três dias antes de curti-la. Como os livros estavam muito fora do meu orçamento na época, assinei o Unlimited e foi assim que tudo começou.

Então temos a Kate, uma menina muito ligada à sua avó e que sempre aprendeu muitas coisas com ela relacionadas à magia. Não me recordo de ter lido algo sobre o assassinato do pai dela, mas a mãe dela é superprotetora porque sabe os sacrifícios que a magia exige.

Acontece que a senil já faleceu e sempre ficou esse mistério sobre como isso ocorreu, já que a mãe da menina nunca quis contar como aconteceu. E há esse destino das bruxas que quando completam 21 anos precisam aceitar a herança e tudo que vem junto no pacote, incluindo malfeitores, gente ambiciosa querendo seu poder, coisa do tipo.

E é mais ou menos isso que ocorre com a Kate. A avó dela já tinha sido caçada por um cara, chamado Joseph, e que agora tá caçando ela também já que a próxima Herdeira é ela. Mesmo com os feitiços que a mãe da Kate fez pra poder camuflá-la do mundo, não é suficiente pra proteger de tudo então o cara já sabe mais ou menos como e onde ela está. Inclusive, um dos motivos da Kate não ficar nessa de namorar, é porque depois da morte do marido, a mãe dela sofreu muito e a Kate não quer sofrer da mesma forma.

Kate vive tendo pesadelos com isso, um deles inclui uma lembrança da avó lhe entregando alguma coisa importante e a memória de um incêndio, do qual ela salva por um cara misterioso de olhos azuis.

Mais pra frente, ela conhece um carinha-peguete chamado Téo cuja avó era melhor amiga da avó dela, inclusive. Ambas as famílias lidavam com magia de alguma forma, o Teo é Peregrino e pode dar umas visitadas no passado, e a Kate dentre várias coisas que vai aprendendo no livro, tem visões, coisa do tipo.

Estou enxutando a história porque ela é cheia dos detalhes e vínculos com personagens secundários que não agregam tanto. Mas chega uma hora que o pai do Téo precisa voltar pra Europa porque não está muito bem, mais pra frente descobrem que ele foi atacado pelo tal Joseph, de forma a forçar o Téo a partir pra cuidar dele, esperando deixar a Kate indefesa, mas ela tem outros aliados, tipo Eric, o professor de história misterioso que aparece do nada pra protegê-la sempre que dá ruim em algo. A gente descobre nessa hora também que ele é o tal cara de olhos azuis que a protege nos pesadelos.

Embora os dois se curtissem muito, ela e o Téo não ficam juntos porque enfim, ela não quer namorar e ele não aceita isso, então fica aquela torta de climão. Mas ainda assim ambos preservam a ligação porque as duas famílias são interligadas, por conta da relação com a magia e tal.

A avó do Téo, inclusive, não queria que a Kate aceitasse a herança, porque na visão dela foi isso que matou a amiga. Mas enfim, de qualquer forma não faz muita diferença porque acontece uma explosão e morre todo mundo da família do Téo (tudo ocasionado por uma fantasma estranha que além de quase beijar o Téo ao possuir o corpo da Kate, ainda parece muito amiga da velha West, nas visões que a menina tem), só sobra ele e o pai.

Embora a mãe não tivesse tido a decência de passar as informações pra filha, a avó da Kate sempre que pode, está se comunicando com ela por visões e sonhos, e em uma delas inclusive remete à imagem da capa, que foi quando a Kate enfim aprende a usar magia (tudo consequência do professor/guardião bonitão, detalhe), foi mais ou menos nessa vibe que a autora descreveu. Agora ela não usa mais o sobrenome West, mas Gricem. Toda herdeira adota esse sobrenome então cá estamos nós.

Lá pro final a gente descobre que um BFF do Téo que quase não aparece na história (mas dá sim suas aparições quando precisa) é um traíra que tá ajudando uma doida a ferrar com tudo. O Joseph nesse livro só aparece no prólogo, mas dá pra você perceber as consequências das ações dele, o foco de antagonista acaba ficando mais naquela fantasma esquisita do que nele. Inclusive, se não me engano, acho que ele é até tio do Téo, mas não botaria minha mão no fogo.

Nos capítulos finais surge uma mulher que a gente não sabe o nome, ela que ferra com o Téo e com quase todos os amigos da Kate, inclusive até fala que o Eric está do lado dela. ACHO que ela é a fantasma louca que matou a família do Téo lá trás, isso explicaria também as aparições que ela faz pra Kate e coisa do tipo. Honestamente não entendi muito a ligação dessa aprisionada com isso tudo, mas espero que entenda no próximo, rs.

Geralmente não gosto de narração em 1º pessoa, mas foi divertido dessa vez. Algumas vezes você não acha que a Kate tem mesmo 21 anos, porque algumas coisas que ela fala/pensa quando está lidando com amor, são muito o tipo de coisa que a gente pensa lá em meados de 16-18 anos.

Tem algumas cenas dela com o Eric também que fiquei “ai, sério?” UAEHAUEHEAH Os dois naquela briguinha infantil, um provocando o outro, sabe? XD Sério, conforme fui avançando na leitura só conseguia imaginar Stefan e Damon na minha cabeça, me lembrou MUITO eles dois. Até na personalidade. Como só li o primeiro livro do Vampire Diaries e só sabia por fora como era a série, foi mais ou menos a imagem deles que surgiu na minha cabeça.

Uma história legal, embora não tenha me feito perder o fôlego em nenhum momento, pelo contrário, me deixou confusa várias vezes e tive de reler alguns trechos. Creio que o fato de ser leitura pelo kindle PC, minha concentração diminua  em sei lá, 2/3. Mas a história é interessante, e fiquei grilada com aquele epílogo.

Minha hipótese: ela sobreviveu de alguma maneira, largou todo mundo e foi embora lutar sozinha contra o Joseph em algum momento.

O mais breve possível, apareço com A Herdeira: A Maldição Gricem.

A MÁSCARA DO REI

 

TARDO, MAS NÃO FALHO!

Sério, esse início de ano tá um caos internamente, paz de espírito cadê rs Aproveitando essa vibe de inquietação acabei me atraindo por esse livro e cá estamos nós. Terminei o livro ontem e ainda tô abismada (no bom sentido) com o modo que ele acabou.

Como sempre digo nos posts, não sou especialista em crítica literária, esse blog serve apenas para compartilhar as experiências que tenho quando leio algo, então já sabem que nada aqui deve ser levado a sério até você ler por si mesmo.

SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT

Dois reinos em guerra, dois pontos de vista sobre a ocupação de uma terra, uma profecia de vibe meio duvidosa, religião. Mistura tudo isso e temos A Máscara do rei, que sério, foi uma das melhores leituras que fiz nos últimos meses. Travei nela por um tempo por conta dos afazeres do off, mas assim que retomei, segui com força até o fim.

Sério, fazia muito tempo que um livro não me deixava inquieta assim. Acho que o último foi A Guardiã, mas esse foi uma inquietação diferente, penso. Aqui é muita coisa rolando ao mesmo tempo e se você não pega o ritmo, ah so sorry.

Essencialmente há dois povos: Darastrix e Vuthans que lutam pela ocupação de uma terra, cada um dizendo que um chegou primeiro e coisa do tipo. Essa treta já vem rolando há anos e segundo o que foi profetizado por aí, quem ganharia a guerra eram os Vuthans, na figura do Auran Ossalur.

Desse lado da história temos personagens bem legais, embora essas aqui sejam as principais que me lembro: Samar, irmã e amante do Auran, Cealdia uma ex-serva que depois virou rainha de um dos mais fortes reinos Vuthans e mais uma galerinha hardcore que o pessoal NÃO CURTE porque as armas deles são tão fodas (Ferro/aço negro, se não me engano) que são proibidas pelo Auran, os Hazans.

Do outro lado, temos os Darastrianos liderados por um reizinho bem fidamãe, Svern. Embora fosse um bom pai, ele era muito mulherengo mesmo apaixonadérrimo na esposa. Um dia ela é assassinada e o cara carrega esse fardo pelo resto da vida (além de virar um turrão, o cara não tem carisma nenhum), afinal nessa hora ele tava galinhando a mulher que futuramente empurrariam pra ele casar, Sarene. Ele tem dois filhos, Eldon e uma menina.

Eldon morre de ódio e desprezo pelo pai por conta do que aconteceu com a mãe deles, por ele ter casado com a cobra da Sarene (que by the way, vive tentando matá-lo). Pelo menos, o consolo dele é que a Sarene não consegue engravidar, mesmo corneando o Svern com o Baern, um dos amigos do rei e PADRINHO do Eldon.

Ele tem uma ligação bem forte com o Padre Mayer, gostei muito dele também ❤ Ele é tipo um mentor do Eldon e toda a criação do Eldon pode se dar ao fato de que foi o código moral dele e os ensinamentos (no sentido de conhecimento) do padre que fizeram o que ele é hoje.

Passada toda essa parte de apresentação vamos direto ao ponto. O livro todo converge pra tal “batalha final”, mas o que acontece? Os darastrianos não tem força suficiente pra lutar contra os Vuthans então o Svern meio que se vê obrigado a fazer um acordo com a Fé em troca da força bélica deles (que é uma das mais badass ever), os athears. Assim, eles teriam um pouco mais de favorecimento no reinado e o Svern teria seu exército.

Mas como não podia deixar de ser, o Svern é assassinado (Ah, o karma né não?) e ninguém sabe por quem. Por pouco o pessoal não perde a batalha porque o Eldon por alguma revelação divina/misteriosa surge com uma outra guarnição de athears e derrota os Vuthans. Pelo menos por enquanto o conflito tá adiado, porque ninguém esperava que o Eldon surgisse e mudasse o rumo da coisa toda.

Por outro lado, lá trás enquanto os darastrianos estavam todos preocupados com essa coisa de conseguirem soldados, os vuthans estavam tentando decidir se iam ou não pra guerra, porque o rei não queria. Os lordes é que ficaram lá de picuinha pra votar se iam ou não iam. Mais tarde descobre-se que quem fez o trabalho todo foi a Samar, porque ela se deitou com um monte de generais ali pra forçá-los a votar “sim” pro Auran ir pra guerra, porque ela sabia que o irmão era um frouxo.

Acontece que nesse meio tempo, o Auran descobriu do envolvimento dos Hazans no conflito, do tal acordo que fizeram com eles e ele ficou bem fulo pra descobrir quem o traiu, já que ele é super certinho, não luta com povos cujo rei seja fraco, não luta com um exército sem general, coisa do tipo. Se não me engano, ele tinha uma profecia também, e que dizia que ele seria traído pelo amor, pelo sangue e pela espada.

No primeiro caso, se não me engano ele perdeu a esposa por conta de uma doença, Auran vive se lembrando disso porque quando ele unificou os vuthans, falou que se conquistasse um reino rebelde por lá, tomaria a cidade de um outro cara e a esposa dele. pois bem, ele era apaixonado nessa mulher, mas o karma veio e a levou. Agora ele sana os instintos com a Samar que coincidentemente foi quem o traiu pela segunda vez, pelo sangue.

Ela queria muito conquistar Darastrix, mas o irmão sempre foi um frouxo então ela articulou lá uma troca de favores, de forma aos Hazans ajudaram os vuthans e todo mundo votar a favor da guerra. Quando o Auran descobre, com ajuda da Cealdia, que a traidora era ela, prende-a, mas a Samar consegue escapar e ainda consegue matar o Svern antes da batalha. Depois disso, Auran leva Samar para os Hazans a fim de cancelar o tal contrato que ela firmou e nunca mais quis saber dela.

Depois dessa loucura toda da primeira batalha, o Eldon assume. O tempo todo ele é meio que guiado por uma figura escura, que mais pra frente a gente descobre que é ele. Mesmo rodeado de tramoias, Eldon consegue segurar as pontas e se torna um ótimo rei. Depois de quase cair no conto do vigário e mandar a irmã para o convento, ele muda de ideia e manda a Sarene, além de nomear o Padrinho dele como Bailio pra poder ficar de olho.

No fim, a infeliz da Sarene ainda consegue se dar bem porque ela descobre que está grávida (embora eu duvide muito sobre a procedência desse bebê, vai saber qual pacto ela não fez. Se não me engano, Sarene tá mancomunada com os Hazans também) no convento. Essa mulher é cheia doa planos, socorro, vocês precisam ler esse livro, os planos dela tem uma vibe bem “Condessa de Bàthory”.

Auran percebe que a profecia não estava tão certa assim (de que no fim, aquelas terras estavam todas destinadas à ele), depois de um pesadelo que ele teve. E o Eldon pede pra umas sacerdotisas pagãs verem o futuro dele e tem, além da certeza de que não passará dos vinte anos mesmo trazendo paz aos súditos, que eles vão sofrer muito porque sentirão falta dele. ;—;

O ponto de vista dele se encerra com um trecho tão triste ;-;

“Quero que mande fazer uma máscara para mim. Uma máscara de ferro. Está na hora de esconder o que um dia eu fui e aceitar o que eu agora sou. Eu não sou apenas um rei de Darastrix, mas também sou um leproso… Sou um rei de máscara.”

EU ENTREI NUMA VIBE TÃO TRISTE!

Isso me lembrou bastante aquele livro d’O Homem da Máscara de Ferro, foi muito bom relembrar a época em que li e vi o filme com o Di’Caprio! rs

A história é bem cheia de detalhes, se você não estiver atento informações cruciais passam e você nem vê. Os personagens são bem entrelaçados em seus dilemas e qualidades, além de seus anseios e falhas. A revisão deixa escapar algumas coisas, mas é coisa pouca,mesmo assim foi uma leitura MUITO boa.

Lembro que quando li a sinopse do livro, fiquei meio na dúvida sobre o que acharia dele, mas conforme fui lendo, não me decepcionei. Claro que por conta do off acabei parando um pouco de ler e por isso acabei me perdendo em alguns trechos, mas se você seguir direto na leitura, vai achá-la ótima.

E em pensar que o amadurecimento todo que o personagem passou, e ele ainda é um menino! Só foi considerado rei mesmo quanto atingiu 15 anos, mas ainda assim.

Provavelmente vai ter gente feliz me taxando de um monte de nomes só porque dessa vez eu curti o protagonista e coincidentemente não era mulher. O que isso importa? As mulheres dessa história todas elas são muito badass mesmo não sendo minhas preferidas, a Sarene mesmo sendo uma mardita é sim uma ótima personagem, a Samar também é outra que se não fosse pela profecia do sangue eu nem teria desconfiado, a Cealdia também foi legal. E as tantas outras mulheres não-principais da história que com certeza achei muito legais, principalmente as pagãs, senhorinha do futuro do Eldon, te curti muito. ❤

Mas GOSTEI MUITO SIM do protagonista, GOSTEI MUITO SIM do Eldon, acho que foi porque rolou uma identificação com ele, eventos do off coincidiram bastante com a leitura dessa história e eu me senti na pele dele acerca de alguns dilemas e sentimentos. ALGUNS, não todos. Em 90% dos casos, acabei concordando.

Outro personagem que curti muito foi o Padre Mayer, mas enfim, vocês sabem da minha fraqueza por personagens senis, amo ❤ E sério, nunca pensei que diria isso, mas gostei da união de religião com reinado que o Eldon trouxe. Lá trás quando o Svern tava indo pra guerra, ele não conseguiu animar a moral dos soldados e o Eldon conseguiu, já dava pra ver aí como a coisa ia rolar.

Depois que virou rei, ele deu uma puxada na rédea da Fé e ainda conseguiu controlá-la, pelo menos até um fidamãe dessa trupe dedurar pra todo mundo que ele tinha lepra (logo, não poderia gerar herdeiros e a irmã dele tava sendo super cobiçada lá dentro), já que o Eldon se recusou a dar a mão da irmã dele pro tal sujeitinho.

A história com certeza fica entre as melhores que já li, preciso rápido da continuação, Francine colabora e libera o próximo, por favor! ;-;

No momento estou lendo os dois livros d’O Espadachim de Carvão do Affonso Solano, não que ele precise de incentivo já que é da laia do Jovem Nerd, mas verei se o livro é bom mesmo. Assim que possível, venho com post sobre a leitura dos dois.

“Sabe o que é pior, padre? Ser um rei justo pode levá-lo a destruição”